sábado, 13 de julho de 2019

Estrada ou Trilha Castelhanos-São José dos Pinhais/PR 12/07/2019

Na lista dos meus projetos estava a Estrada Castelhanos. Com mais alguns amigos destemidos, partimos na sexta-feira de manhã para esse pedal, que tem um altimetria mais pesada. No carro do Luiz Antônio Carletto, juntamente com o Diógenes Poffo, fomos até o topo da BR-376 (serra para Curitiba), aonde iríamos encontrar o Gilberto Carlos Lopes, que vinha de Curitiba.

Quarteto reunido, iniciamos o pedal às 07:55h.  Com um pouco de frio e um belo amanhecer, já começamos com algumas subidas para aquecer.



Após uns 3,5 km., dobramos à direita sentido Colônia Potrero.





Depois de uns 7 km., dobramos à esquerda aonde tem essa placa da Colônia Potrero..


Desde a entrada, até a pinguela até no rio São João (ponte alto do pedal), foram 15 km. com trechos da estrada ideal para veículo 4x4. Em alguns pedaços, pelas variantes que pegamos no meio de bananais, só se passava com trator ou tobata. Boa parte aí foi de empurra bike. Foi um longo trecho de descidas, partindo de 831 e chegando a 255 m. de altitude.








Pequeno vídeo do rio: ver



Pinguela sobre o rio São João.


Foto do Carletto.


Após a travessia é que efetivamente começa a Estrada Castelhanos, aonde se pode circular com carros normalmente. A uns 1,5 km. encontramos a única venda/lanchonete do caminho. Parada para um refrigerante/guloseimas e alguma coisa que sobrou do lanche que trouxemos junto e que não tinha sido consumido numa parada anterior. Eram 11 h. e a senhora proprietária veio nos abrir, pois ainda estava fechado.



Foto da venda (Carletto)


Esse é um trecho da Estrada Castelhanos que considerei o mais bonito. Vai margeando o rio São João.



Confluência com a Estrada Guaricana, que pretendo fazer no futuro.


A uns 2 km. para frente, começa uma subida constante de 5 km., bem cansativa, para voltar a altitude próxima dos 800 m.








Algumas fotos do Carletto, do grupo.



Retornamos ao ponto de origem às 14:00 h.

Agradeço ao grupo pela companhia nesse ótimo pedal, num belo dia.

Km. do dia: 33,2
Altimetria máxima: 831 m.
Trajeto (track): aqui



domingo, 30 de junho de 2019

Cachoeira do Piraí e Duas Mamas 29/06/2019

Hoje foi o dia de pedalar com o Éder Strutz, que reside em Antônio Carlos/SC e que veio de Balneário Camboriú para fazermos um pedal pela região. Como o Éder gosta muito de cachoeiras e galgar morros, programamos alguma coisa nas proximidades. O Éder tem uma série de vídeos no YouTube que são bem legais.
Horário combinado na Expoville, eu já estava bem antes no local e acabei surpreendendo o visitante, que também chegou cedo.
Em torno de 07:10h. partimos para o primeiro ponto a ser visitado: a Cachoeira do Piraí. Passamos pela Estrada do Atalho, parte pequena da Estrada dos Morros e depois Estrada do Salto I.



Ao chegarmos na Cachoeira do Piraí o tempo ainda estava nublado e como não chove muito nas últimas semanas, a lâmina de água que desce pelo paredão de +/- 160 metros, é bem pequena.



A Usina do Piraí, inaugurada em 1908, recebe visitas de no máximo 15 pessoas sempre aos segundos sábados de cada mês. Maiores detalhes e informações obtive aqui.

Enquanto estávamos no local, fomos surpreendidos com a chegada do grupo de pedal de Joinville, Die Fernfharer, com quem pedalei algumas vezes anos atrás, popularmente conhecido como os Amarelinhos (em função da cor predominante da roupa) que se reúne a uns 25 anos. O grupo já ultrapassou os 100.000km. pedalados. As saídas são sempre aos sábados às 06:30h. 

Foto de Ivan Frederico Hudler.

Conversado um pouco com o grupo, seguimos nossa viagem. Demos uma parada na beira do rio para umas fotos.





Seguimos pela Serrinha Alpina, Estrada do Salto II, com uma foto dessa bela casa nessa rua.





E depois subir as Duas Mamas (nome fantasia) ou Serra do Canivete, que vai a 340m. de altitude.
Foto da última curva na descida.





E com a fome batendo, o destino era a Panificadora Flohr lá em Schroeder, local que conheço a uns 7-8 anos. Calorias repostas, contatos mantidos com familiares, o destino final era voltar pelas Duas Mamas, com o objetivo de atingir 4 dígitos de altimetria acumulada, que deu 1.247 metros.  A subida no sentido inverso é mais curta e também mais íngreme.

Antes passagem pela Prefeitura de Schroeder.






Retorno na parte baixa de Joinville pela Estrada Blumenau e pequeno trecho da Rodovia do Arroz. Despedida na Expoville ao Éder, a quem agradeço muito por ser parceiro nas subidas e sempre ficar ao lado para me acompanhar. Cheguei em casa às 15:35h.

Um belo pedal, que indico a quem gosta de alguns morrinhos e não quer se deslocar muito de Joinville.

Km. do dia: 94
Altimetria máxima: 340m.
Track (trajeto): aqui

Vídeo do pedal, de Éder Strutz: ver



domingo, 16 de junho de 2019

Comemoração dos 50 mil km. pedalados, com o meu grupo de cicloviagens/pedais, Odois.org 15/06/2019

Para encerrar as festividades dos 50 mil quilômetros, esse foi o momento todo especial nesse encontro com o grupo Odois Cicloturismo. Grupo do qual faço parte, desde 2010. Como sou o único componente que reside fora da sede (todos estão em Curitiba), me desloquei para São José dos Pinhais, local aonde iniciaríamos o pedal.
Agradeço ao Du por sugerir o roteiro e programá-lo dessa forma, pois eu e a Thaís, minha filha, que me acompanhou, não precisaríamos levantar tão cedo, como já fiz diversas vezes nos vários pedais pela região. Enquanto eles pedalavam até um posto de gasolina, eu me deslocava de carro pela BR-376 até o local.
Como eles já tinham gasto um pouco de energia, levei uma torta alemã e um café para repor as calorias e brindar a esse encontro. Isso antes de iniciar o pedal para nós (eu e Thaís). O bagageiro do carro serviu de mesa de festa.


Nada melhor do que iniciar o pedal, motivo maior desse encontro, que se concretizou às 09:50h. Com a devida uniformização da maioria dos pedalantes, com a camisa dos 50 mil, partimos para Colônia Murici.



Com algumas subidas, passamos pela Colônia Gamelas, em frente a igreja Nossa Senhora das Neves.



Região de hortifrutigranjeiros.





E com a fome batendo, o objetivo era galgar mais algumas subidinhas e chegar lá no Pesque Pague Cachimbo, na Colônia Mergulhão. Nessas colônias existem uma infinidade de: café colonial, adegas e vinícolas, restaurantes e chácaras para eventos. Fazem parte do Caminho do Vinho de São José dos Pinhais.

A pedida no Cachimbo, é o espetinho de tilápia com queijo e a isca de tilápia.



Como ficamos na parte externa, em bancos tipo de jardim e sombra de árvores, a primeira coisa a fazer, é se ambientar com as abelhas que já são praticamente as donas do local. Para não levar nenhuma ferroada, é só deixar elas beberem do refrigerante e comer os restos do peixe que fica no espetinho, que fica tudo na paz.



A parada foi estratégica para um descanso e um bom papo com o grupo, que não se reunia a algum tempo.



A equipe (da esquerda para direita): Geraldo, Lulis, João, Thaís, Du, Adriano (não está de azul pois é o líbero da equipe) e eu, Heil.



Tudo muito bom, mas chegou o momento de colocar os capacetes e retornar.


Chegamos de volta ao posto às 14:25h., com 35km. Para os que vieram pedalando até ali, deu entre 70 a 80 km., dependendo do bairro de cada um.

Um dia muito especial. Agradeço a todos por propiciarem esses momentos de alegria.

Km. do dia: 35
Altimetria máxima: 959m.
Altimetria mínima: 892m.
Track (trajeto): aqui