domingo, 21 de dezembro de 2014

Joinville-Garuva (Rio São João) 20/12/2014

Para encerrar as atividades cicloturísticas de 2.014, convidei o companheiro que participou na maioria dos pedais longos (quase sempre aos sábados) realizados durante o ano: o Paulo Rost. Agradeço a sua companhia agradável e fica o registro especial a minha esposa (Margarete) por permitir e me incentivar a continuar nesta atividade prazerosa.
Às 06:55h. estávamos partindo no sentido de Garuva, por estradas já bem conhecidas: Estrada da Ilha, Caminho Curto, Estrada Palmeiras.




Na travessia do rio Três Barras a parada tradicional para descanso e fotos.





Continuando, seguimos pela Estrada Rio Cupim, parte da Estrada Palmital e pegando partes asfaltadas da nova ligação que está sendo construída(obra parada atualmente) entre a BR-101 e a rodovia de Garuva. Este acesso vai permitir a ligação do tráfego pesado para o porto de Itapoá sem passar por dentro de Garuva.
Logo chegamos no asfalto (rodovia Máximo Jabur) e após 6 km. em Garuva, local de parada para um café e breve descanso.


Hoje iríamos fazer o contorno do rio São João da forma inversa do que diversas vezes já realizamos.
Seguiríamos pela margem direita e o retorno pela esquerda. Logo ao passar a ponte, dobramos à esquerda. Neste momento o sol já prenunciava o que teríamos pela frente no nosso retorno.



Na última pinguela, que fica a uns 2,5km. acima do pedágio de Garuva, atravessamos para a outra margem.




Uma parada neste ponto de travessia de veículos entre as duas margens, para um banho nas pernas.


Esta região em torno do rio São João é muito bonita para se conhecer, pelas águas limpas, vegetação e tranquilidade.
Na volta paramos em Garuva para almoçar e nos hidratarmos bem.
Com muito calor após o meio-dia, pegamos a estrada que segue paralela a BR-101 (Avenida Celso Ramos) com uma parada no Posto Rudnick, para baixar a temperatura do corpo.

Chegamos em casa às 14:50h., bem cansados, mas com a alegria de termos encerrado o ano com este belo pedal e agradecendo por termos saúde.

Km. do dia: 107
Altimetria máxima: 82m.
Track; aqui

domingo, 23 de novembro de 2014

Santa Rosa de Lima(Pousada Doce Encanto)-Rio Chapéu-Ilha Grande-Barra do Rio Chapéu-Pousada 15/11/2014

Retornando a Pousada Doce Encanto, lá em Santa Rosa de Lima, no feriado de 15 de novembro,convidamos o amigo de pedal Leandro Koser, que foi com sua esposa Carol e o filho Francisco.
Saímos bem cedo de Joinville e chegamos bem antes do almoço. Fomos recepcionados pelo casal proprietários, Leda e Valnério que ficaram contentes com a nossa vinda, onde eu e Margarete (esposa) tínhamos passado o final de ano.
A tarde, eu e o Leandro partimos para um pedal sentido de Grão Pará, por estradas de chão. Às 14:20h., após um ótimo almoço, rumamos no sentido inicial de Rio Chapéu com o intuito de retornarmos no máximo, até às 20:00h.
Logo após a descida da pousada (1 km.), já apareceu uma pequena subida para dar as boas vindas do que seria a nossa tarde/noite neste dia. Com o céu de brigadeiro e devido a gula na hora do almoço, estava difícil de ter um resultado adequado na pedalada. Além disso, eu estava com uma dor na musculatura interna da coxa direita, por ter arrancado capim agachado no quintal no dia anterior.
E um pouco mais a frente apareceu outra subida, e começou o primeiro empurrabike (para mim), entre vários, do dia.



E continuavam as subidas e descidas permanentemente. Com o tempo seco, a estrada com areião e pedras soltas, apresentava alguns riscos nas descidas e todo cuidado era bem vindo.






Quando chegamos no Rio Pequeno, demos uma parada para lanche e começamos a voltar pela margem esquerda, dobrando em seguida numa ponte e acessando a SC-370, continuando sentido Grão Pará.


Esta rodovia está em obras de asfaltamento até a localidade de Aiurê, que faz a ligação com a Serra do Corvo Branco, que está interditada por um ano também para obras de asfaltamento.
A previsão é de que no final de 2016 todo este trecho esteja asfaltado, ligando Urubici a Braço do Norte.
Na localidade de Ilha Grande paramos num bar para repor o acúcar no sangue e se preparar para o retorno.
Após uns 3km. deixamos a rodovia à esquerda, seguindo para as localidades de Rio Facão e Barra do Rio Chapéu.


No bar nos avisaram que pegaríamos dois trechos com subidas bem íngremes. A informação era corretíssima. Eu estava bem cansado e o empurrabike com o Leandro dando o incentivo para continuar, foram fundamentais para continuar na empreitada.






E o tempo foi passando, a noite chegou e continuamos com o meu sofrimento. Para o Leandro estava tranquilo, pois não desembarcou nem uma vez. Faróis ligados (a bateria do Leandro logo descarregou), conseguimos chegar na pousada às 21:00h., muito preocupados com as esposas, pois não tivemos sinal de celular na região para deixar um recado de tranquilidade.

A região é muito bonita, mas devido a topografia este é um pedal para ser feito em um dia cheio. De todos os pedais que já fiz, tanto em viagens como em passeios, foi o de maior altimetria acumulada num trecho tão pequeno. Mas valeu a pena.

Km. do dia: 61
Fotos: Heil e Leandro
Altimetria máxima: 465m.
Altimetria mínima: 126m.
Track: aqui

domingo, 21 de setembro de 2014

Joinville-Praia do Ervino-Enseada-Vila da Glória-Joinville 20092014

Após algumas semanas de descanso da bike, devido a uma gripe forte, retorno para realizar um trajeto que numa parte praiana, ainda não tinha feito. O Paulo Rost prontamente aceitou o desafio para esta empreitada.
Às 07:00h. rumamos para a zona sul da cidade, através da Monsenhor Gercino e continuamos pela Estrada do Morro, que está em obras de asfaltamento.
Na altura da passagem do trilho de trem, dobramos à direita seguindo para o Bairro Itinga, saindo na SC-301.



Após continuamos pela BR-280 com passagem por Araquari e pelo Canal do Linguado.



Logo a frente, à direita acessamos a rodovia asfaltada que vai até a Praia do Ervino (extensão de 13,5km.), passando pela localidade de Gamboa. Na passagem do trilho do trem, demos uma pequena descansada, pois estava passando um comboio com um número bem grande vagões.


Antes de chegarmos na praia, tentamos acessar ao Canal do Linguado, mas fomos privados pela fechamento de cerca de uma propriedade privada,  e com diversos cães a nos enfrentar, após passarem pelo gradeamento. 



No Ervino, demos uma parada para um café numa padaria bem montada.
Após repormos as energias, rumamos para Enseada, através da Avenida da Dunas. Esta parte do roteiro, como relatei no início, tanto eu como o Paulo ainda não conhecíamos. Esta estrada, com muita areia e costelas de vaca, faz parte do Parque Estadual do Acaraí (http://www.turismoecologicoacarai.com.br/o-parque/). Existem diversas trilhas dentro do parque. É só acessar o link para ver.

  




Da mesma forma que gostamos de pedalar, existem pessoas que preferem cavalgar. Um grupo que encontramos.


Com passagem pela Praia Grande, chegamos na Prainha em Enseada.



Demos uma parada para o almoço na Avenida Atlântica de Enseada.  O balneário nesta época do ano fica bem tranquilo nos finais de semana e é agradável de se visitar, sem aquele agito todo do verão.
Agora estava na hora de retornarmos. Seguimos para São Francisco do Sul afim de pegarmos a balsa em Laranjeiras, para a Vila da Glória. Chegamos às 14:40h. ao local de embarque, no momento em que a balsa tinha saído a poucos minutos. A próxima partida seria às 16:00h. e o momento foi de aproveitar o belo visual do local num bar que fica bem acima do atracadouro.


Momento da travessia.





Agora mais 8km. pela frente com algumas subidinhas, para chegarmos na balsa da Vigorelli, que partiu às 17:30h. Prenúncio de chuva pelos lados de Garuva, que se transformaram em apenas alguns pingos até chegarmos em casa.


Km. do dia: 127
Altimetria máxima: 54m.
Track: aqui



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Joinville-Estrada Palmital-Saí Mirim-Vila da Glória-Joinville 30082014

Para relembrar o trajeto já percorrido algumas vezes, convidei os ótimos companheiros de diversas jornadas, Paulo Rost e Leandro Koser.
Em 2011, realizei este mesmo passeio na companhia do Dú, do grupo do qual faço parte, O² Expedição Cicloturismo. Segue o registro feito: Palmital e Saí Mirim.
Para pegar o horário das 07:30h. da balsa na Vigorelli, partimos às 06:35h. do centro. O Leandro, como gosta de acordar cedo, já chegou no ponto de encontro devidamente aquecido, pois já tinha feito um treino leve com alguns km. no amanhecer.
Via Santos Dumont (com um morrinho pela frente) eu e Paulo chegamos perto da preparação física do Leandro e logo estávamos na Vigorelli.
 


Com um belo sol a nos brindar, a travessia na balsa é um momento especial para apreciar toda  a beleza do local.




Passagem feita, pela frente asfalto com ciclovia e algumas subidas e, logo após, acesso à esquerda para seguir na tranquilidade da Estrada Palmital.






Após ter pedalado uns 7km. depois do acesso da estrada, por sugestão do Paulo fomos conhecer um ponto de pescaria às margens do Rio Palmital (um entre os diversos). Local que fica a 1km. e tem umas 3 casas de pescadores.


Continuando, chegamos na localidade de Baraharas, aonde paramos numa lanchonete/mercadinho para um lanche com refrigerante. Ponto de encontro com outros 3 ciclistas de Joinville, que vinham no sentido inverso. Neste trecho também encontramos um grupo de ciclistas de Curitiba, que iam no sentido Vila da Glória.


Pureza da água. Vejam vídeo do Leandro: riacho no Palmital


Na lanchonete que fica num cruzamento, seguimos à direita no sentido de Saí Mirim, passando pela localidade de Bom Futuro. Em alguns trechos, a estrada de chão acompanha a SC-416, rodovia que leva ao Porto de Itapoá.



Percorremos um pequeno trecho de asfalto (1,5km.) para acessar a localidade de Saí Mirim, aonde passamos por diversos açudes no estilo Pesque Pague.


Após termos percorrido 7km. nesta estrada, derivamos à direita por uns 900m., para visitarmos uma casa antiga (com 113 anos), conhecida como Casarão. Existe placa indicativa na confluência da estrada. Nos fundos da casa, existe uma cachoeira, acessada por uma trilha muito bem cuidada, com escadas de pedras e proteções. Em 10 minutos, chegamos a cachoeira que deve ter uns 18m. O acesso custa R$ 5,00, que foram pagos ao André, um dos descendentes da família Backmeyer. Segundo ele, existe uma intenção de no futuro de recuperar a casa com dinheiro próprio, pois não houve acordo para incentivo com dinheiro público.











O Leandro não se conteve e caiu na água.


Energias renovadas, seguimos para Vila da Glória, mas antes teríamos que superar uma serrinha com 1,5km. e 156m. de altitude. Até a bike teve que descansar no topo.


 Um belo visual da Baía da Babitonga ao fundo e um extenso descidão pela frente.


No Restaurante Trapiche aproveitamos para descansar, comer um peixinho e camarão, olhar  a beleza singular do local e conversar calmamente entre os amigos.


Na saída, serviço pela frente. Paulo estava com a câmara traseira furada. A estrada até a localidade de Frias-Estaleiro está em obras para asfaltamento e existem muitos cascalhos e britas para a base da rodovia, além de muita poeira devido ao tempo seco.
Após algumas subidinhas, estávamos novamente na balsa, aonde chegamos bem no momento de umas das saídas.



Com este cartão postal, seguimos para nossas casas agradecendo por termos saúde e amigos que compartilham estes momentos especiais.
Chegada: 15:45h.

Fotos: Heil e Leandro. Vídeo: Leandro
Km. do dia: 109
Altimetria máxima: 156m.
Track: aqui