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domingo, 1 de março de 2026

Joinville-Duas Mamas-Schroeder-Corupá (antiga usina)-Rodov.Arroz-Joinville 28/02/2026

Dia de visitar um dos locais já anotado na minha lista de projetos.  O destino seria Corupá, que fica aos pés da Serra do Mar e no Vale do Itapocú. O ponto a atingir é a antiga usina, conhecida como Força e Luz Hansa, que foi fundada em janeiro de 1.920.

Foi aproveitado a força das águas do rio Ano Bom. Em 1.958, uma cabeça d'água rompeu a barragem e não foi mais reconstruída. As ruínas estão por lá.

Grupo reunido no portal da Expoville às 05:00h. Osmario, Luiz, Cabral e eu. Por sugestão do Luiz, subimos as Duas Mamas para aquecer o pedal.




 

Momento de descer a serrinha do Canivete, assim conhecida pelo pessoal de Schroeder, atravessar a ponte metálica na cidade, aonde´só passam bikes e motinhas e, seguir em frente para a localidade de Nereu Ramos (Jaraguá do Sul). Antes uma parada no morrinho da Samae, que tem umas bicas de água gelada e natural e desfrutar de goiabas vermelhas, que ficam ao redor da estação.

Parada tradicional na casa antiga (tombada pelo patrimônio) da família Silveira, para fotos e um breve descanso. Para quem tiver interesse e conhecer um pouco mais da propriedade, segue um relato de um pedal de 2.013. Ver aqui.


 O
Agora a parada final da ida seria a antiga usina. Chegada às 09:40h.

A propriedade está com a família Kelen, adquirida por Dona Augusta em 1.950. Fomos recebidos por um sobrinho dela. O ingresso custa 10,00 por pessoa e acima de 70 anos (meu caso) é gratuito.

 Tem área para camping.



Os companheiros tomaram banho na água gelada.


Após fomos conhecer a cachoeira por cima, através de uma pequena trilha. Não me arrisquei muito nos pontos de vistas, por estar de sapatilha e o limo de muitos anos, é muito presente.

O que sobrou da antiga calha de água, que logo abaixo entrava num túnel que movimentava os geradores.


Após, entramos na cidade e paramos numa padaria. Energias repostas e protetor solar passado, iniciamos a volta pelo mesmo caminho, retornando por Schroeder I e Rodov, do Arroz.

Cheguei em casa às 16:00h. Agradeço a companhia de todos.

Km. do dia: 141,69 (pelo Strava)
Altimetria máxima: 336 m.
Altimetria mínima: 10 m.
Altimetria acumulada: 1.359m. (pelo Strava)
Track(roteiro): aqui

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Viagem Joinville-Rio Natal-Joinville. Dia 2: Rio Natal-Rio Vermelho-Campo Alegre-Joinville-19/05/2013


Acordamos às 06:30h. Após o café, arrumação de todas as tralhas e partida às 08:50h., não antes de apanharmos algumas tangerinas para o lanche no caminho. Deixamos uma pequena contribuição na escadaria que dá acesso a casa principal.
Hoje faríamos o trecho 4 do Circuito das Araucárias, com muitas subidas.



Morro da Igreja ao fundo com 842m. de altura. Local para a prática de montanhismo com vários graus de dificuldade.


Percorremos uns 900m. no plano e depois começaram as subidas. Muitas mesmo, entremeadas de bananais. Em alguns trechos, o empurra-bike foi a alternativa mais recomendada.


Mirante de Rio Natal, local escolhido para descanso e lanche. Quando apanhei as tangerinas lá no camping pensei exatamente neste local, já conhecido de outra viagem, para saboreá-las. A neblina não permitiu aproveitar todo o visual do mirante, mas para compensar, fomos presenteados com belos pássaros, pousados num galho de embaúba.






E antes da confluência desta estrada com a do Rio Vermelho, uma subida das bravas que vai dar no trilho do trem.



Antes do localidade do Rio Vermelho, o projeto inicial era percorrermos um trecho por dentro de uma área de reflorestamento, mas devidos as chuvas a estrada estava impedalável e portanto, seguimos o caminho normal do Circuito das Araucárias.

Portal de Rio Natal para quem vai descer a serra.


Localidade de Rio Vermelho.


E quando vc. pensa que já subiu tudo, lá vem morro e mais morro. Pelo gps, o ponto mais alto foi de 1.054m. de altitude.



Estamos quase em Campo Alegre.


Finalmente após passarmos por uma série de bonitas chácaras, íriamos começar a descida para a cidade.




Centro de Campo Alegre, aonde chegamos na Churrascaria do Egon às 13:35h., no trevo de acesso a cidade.



Com as energias recuperadas, saímos do restaurante às 15:10h. rumo a Joinville (SC-301), para descer a Serra Dona Francisca.


Por ser final de tarde, antes da descida uma neblina foi tomando conta do trajeto e tivemos que ter toda a precaução possível, pois a pista estava molhada e também, pela dificuldade da nossa visualização pelos carros. Somado a isto, ainda tivemos um furo do pneu do Willian. Por sorte, foi logo após o mirante, numa curva, aonde a velocidade estava bem baixa.
Agradecemos quando paramos num posto logo após a descida, para tomar um café para esquentar.



Chegamos em casa às18:10h.
Agradeço ao Willian pela agradável companhia e tenho certeza que faremos mais viagens juntos.

Fotos: Willian e Heil
Km.do dia: 95
Altimetria máxima: 1.054m.
Track: aqui



quinta-feira, 13 de junho de 2013

Viagem Joinville-Rio Natal-Joinville. Dia1:Joinville-Schroeder-Corupá-Rio Natal-18/05/2013


Com o intuito de inaugurar a barraca comprada a um bom tempo, programei um final de semana escolhendo um roteiro que em boa parte do percurso, iria me lembrar da primeira viagem que fiz como convidado do Odois Expedição , denominada Rio Manso e Rio Natal
Convidei o Willian Kestering que prontamente aceitou o convite.
No sábado combinado, saímos às 07:10h. com o tempo fechado e um pouco de neblina. O Paulo Rost (com quem fiz a volta na Ilha de Fpolis) iria nos acompanhar até Schroeder e retornar.



Pegamos o caminho já nosso conhecido, ou seja, Estrada Arataca e depois a Rodovia do Arroz (SC-413). Com o tempo um pouco carrancudo nos acompanhando, dobramos no acesso Schroeder I.





Antes de chegarmos ao centro de Schroeder começou a chover. Paramos para um bom café na Padaria e Confeitaria Flohr, que fica na rua principal de acesso a cidade (Castelo Branco), bem próxima a igreja católica de São Vendelino. Recomendamos, pois a padaria tem um bom atendimento e qualidade, aliada a um preço justo.


Reabastecidos, nos despedimos do Paulo e seguimos nossa viagem rumo ao bairro Santa Luzia, aonde seguimos o mesmo percurso que realizamos no dia 24/04 até a Casa Rosa.
Na entrada de Nereu Ramos, parada para fotos.Pena que a casa esteja abandonada e depredada.



Na Casa Rosa, fomos recebidos novamente pelo proprietário Valmor F. Silveira, que como da vez anterior, nos atendeu calorosamente como se fossemos da família.


 

Seguimos pela estrada ao lado direito do rio Itapocú  até Corupá. A chuva que tinha dado uma pequena trégua, voltou a nos brindar.




Às 12:20h. chegamos em Corupá para o almoço.Comida simples, caseira, e bem gostosa.


Após um breve descanso, seguimos em direção ao Rio Natal, caminho já conhecido que fiz com o Odois e que agora faz parte do Circuito das Araucárias de Cicloturismo roteiro este que compreende o trecho 3 e que vai até o Parque Natural das Aves




A partir do portal, íriamos começar a suar um pouco mais, pois as subidas fariam parte do trajeto do deste dia e já nos preparavam para o dia de amanhã.




Como tinha telefonado previamente para o Parque das Aves, já sabíamos que não teríamos como acampar neste local, pois o mesmo estava reservado para um encontro evangélico. Mesmo assim paramos, conversamos com o proprietário Sr. Magno Bollmann, e assinamos o livro de cicloturistas, pois o local é um ponto de carimbo do Circuito das Araucárias.
Outro ponto para acampar seria o Restaurante Ruda. Como não existe informação de localização no google earth, o Sr. Magno disse que ficava a uns 4,5 km., na confluência da estrada que vai para o Rio Vermelho. Viemos preparados também para praticar o camping selvagem.
Às 15:30h. chegamos ao local e para nossa sorte encontramos o proprietário que estava assando carnes para um casamento à noite em São Bento do Sul e sairia em 30 minutos.
O dono não quis nos cobrar nenhum valor e ficamos como únicos moradores do local. O local é muito procurado no verão, pois tem um rio para banho que circunda a propriedade. Fora da temporada, só com reserva para almoço. Fone (47) 9137-4693/9153-9848. Servem comida polonesa e alemã
Um galpão com luz, tomadas, telhado que cobriram boa parte das barracas, mesas enormes, banho quente, um ótimo macarrão preparado pelo Willian e barra de chocolate como sobremesa, o que poderíamos querer mais?
Apenas agradecer a natureza que nos brindava com o barulho da água correndo entre as pedras e que para mim ajudaria a adormecer.
Após um bom papo, às 21:20h. fomos dormir.








Fotos: Willian e Heil
Km. do dia: 87
Altimetria máxima: 224m.
Track: aqui