segunda-feira, 14 de junho de 2021

Conhecendo o Morro do Saco-Pomerode 12/06/2021

Neste sábado fomos pedalar pela região de Rio dos Cedros e Pomerode, para enfrentar um morro ainda desconhecido. Para participar desta empreitada o companheiro seria o Luiz Fernando Lutke, o Xuxa, que já esteve presente em muitos roteiros que já tracei com morros.

Saímos cedo de Joinville no carro do Xuxa e seguimos no sentido Jaraguá do Sul, aonde deixamos o veículo estacionado no Parque Malwee. Foi nosso ponto de partida do pedal. Às 06:50h., com uma temperatura abaixo de 10 graus e uma neblina forte, iniciamos o aquecimento pelo bairro Rio da Luz.



Após uns 13 km. passamos pelo acesso (à direita) para o Mirante do Vale, outro roteiro com morro que fizemos em dezembro de 2020 (veja aqui).
Logo começamos a subir e após atingir uma altitude maior saímos da neblina baixa. Isso permitiu que o sol aparecesse na sua forma matinal.




Com uns 16 km. percorridos chegamos na confluência com a Estrada Carolina (à direita) ou Rio Ada. Esta estrada faz parte do primeiro dia do Circuito do Vale Europeu. Já percorri duas vezes (2008 e 2020), mas vindo de Timbó. Agora faria invertido.



Logo chegaríamos no topo da serra do Rio Ada, numa altitude de 408 m. Após descermos 1.300 m. dobramos à esquerda e iniciamos a subida do Morro do Saco, que desse lado deve pertencer ao município de Rio dos Cedros. Desde o início é uma subida de respeito. A origem do nome desse morro não descobri (O Xuxa ficou curioso o por quê do Morro do Saco).
Percorridos algumas centenas de metros fomos surpreendidos com uma trator retirando toras de madeira do mato e revirando a terra na estrada, que ainda não estava bem seca e transformando em alguma lama.Para mim tive que recorrer ao empurra-bike em alguns trechos.

O lugar é muito bonito, com mata nativa bem fechada.






Numa altitude de 600 m. começa a abrir uma área de pastagem, com bastante cabeças de gado.

Um pouco mais a frente, às 09:40 h., paramos para o nosso lanche, aproveitando como banco umas toras de eucalipto na beira da estrada. 



A 662 m. de altitude chegamos ao cume do morro, com uma boa vista da cidade de Pomerode.



De agora em diante teríamos a recompensa de todo os esforço dispendido na subida. Até a SC-110 (rodovia que liga Pomerode a Timbó), nosso ponto de saída, serão 7 km. de descida. Numa das curvas do trajeto, encontramos três ciclistas parados. Após os cumprimentos e algumas trocas de informações, descobri que o Maurício Luís Nunes #mtbdebombacha (o mais alto na foto abaixo) é fã do Odois.org, grupo do qual faço parte. Citou a viagem de Joinville a Erechim, que fiz com meu colega Lulis em 2011, como uma referência de relato e ótimo vídeo (veja aqui).
Para mim foi muito gratificante (e dividi com o grupo) ter esse feedback lá no meio da estrada.


Nessa descida fomos premiados por uma beleza ímpar dessa propriedade.



Parada na SC-110 para visitar a Casa do Imigrante Carl Weege.




Na passagem por Pomerode fizemos um lanche, com direito a pão com bolinho de carne.



Em seguida começamos o retorno pela Rota Enxaimel, com suas casas antigas e bem conservadas. Essa rota também faz parte do trajeto do primeiro dia do Circuito do Vale Europeu.





No final dessa rota, mais uma subidinha de 1,5 km. para encerrar.

Passamos novamente na confluência com a Estrada Carolina (Rio Ada) e retornamos pelo mesmo caminho da ida.

Chegamos ao Parque Malwee às 13:50h. Um belo dia de pedal num roteiro desafiador.

Fotos: Heil e Xuxa.

Km. do dia: 69
Altimetria máxima: 662 m.
Altimetria mínima: 46 m.
Altimetria acumulada: 1.188 m.
Track(roteiro): aqui

terça-feira, 25 de maio de 2021

TBT de 21/01/2012. Pedalando e subindo o Morro Anhangava, Quatro Barras/PR.


Hoje (25/05/2021) é dia de relembrar um pedal/trekking (agora é hiking) lá no Morro Anhangava. Saimos (eu e a esposa) cedo de casa e subimos a BR-376 sentido Curitiba, para encontrar os meus amigos do Odois.org, grupo do qual faço parte desde 2010. À noite,  retornamos para Joinville.

Foram 67 km. no total, com 59 de pedal e quase 8 km. de caminhada, para chegar no cume, a 1.420 m. de altura. Vejam o relato completo, com fotos, nessa publicação.









domingo, 18 de abril de 2021

Joinville-Estrada Palmital(parcial)-Itapoá-Vila da Glória 17/04/2021

Hoje foi o dia de recepcionar o Sandro Marcelo dos Santos e o Hilário Frederico Trapp, ambos de Jaraguá do Sul, para um pedal proposto inicialmente por parte da Estrada Palmital, Saí Mirim e Vila da Glória.


Às 07:35h., partimos do Rudnick (nosso ponto de encontro), passando por Caminho Curto, Estrada Palmeiras, Rio Três Barras.




Logo a frente, dobramos à direita na estrada do Rio Cupim, aonde a 1 km. tem uma casa abandonada com árvores recheadas de barba de velho e uma infinidade de bromélias, que se tornou ponto de parada para registro de imagens da maioria dos ciclistas que por ali passam.



Acesso a Estrada Palmital e parada no bar/lanchonete as margens do rio do mesmo nome, para um café/lanche. Café servido na mesa, em garrafa térmica e leiteira, aonde é cobrado por copo tomado. O cliente é que diz quantos tomou, fato raro de confiança hoje em dia. É uma parada tradicional de ciclistas da região.

Devidamente reabastecidos, seguimos por uma extensão de 8 km. até a confluência à esquerda na lanchonete Baraharas, para a localidade de Bom Futuro.



Essa estrada segue em parte o asfalto que liga ao porto de Itapoá (SC-416).
 

Após uns 10 km. de estrada de chão e alguns pequenos morrinhos, saímos no asfalto. Logo a frente teria a entrada para a localidade de Saí Mirim. Como o Sandro e o Hilário já conheciam a localidade, bem como o casarão que lá existe, houve consenso da maioria de irmos até Itapoá, que os 2 ainda não conheciam de bike. 




Às 11:55 h. paramos para o nosso almoço, bem farto por sinal.

Na saída do restaurante enfrentamos uma chuva bem forte e seguimos rumo ao porto e depois no acesso a Vila da Glória pelo conhecido areião (uns 7 km.-SFS-23).



Parada no trapiche da Vila da Glória para apreciar a beleza do local e tomarmos um café para aquecer o corpo molhado.




E agora enfrentar as subidinhas antes de chegar na balsa da Vigorelli, aonde pegamos o horário das 16:00h.



Me despedi do Sandro e do Hilário, agradecendo a companhia, no início da Estrada da Ilha, de onde seguiriam de volta ao Rudnick.

Chegada em casa às 17:27 h. 

Km. do dia:  146,38
Altimetria máxima: 75 m.
Altimetria mínima: 6 m.
Altimetria acumulada: 616 m.
Fotos: Heil e Sandro
Track(roteiro): aqui