domingo, 24 de julho de 2022

Joinville-Rio do Morro-Barra do Sul-Barra do Itapocú-Estrada Jacú-Estrada Serenata-Rod.Arroz-Joinville 23/07/2022

 

Eu e o companheiro de pedal, o Xuxa, estávamos ausentes de pedais de 3 dígitos, por um bom tempo. Hoje seria o dia de novamente atingir esse número, misturando o litoral com um pouco de interior. Às 06:00h. partimos via Rio do Morro, com uma neblina bem forte que se prolongou por quase toda a manhã.



Saída na BR-280 em Araquari, trafegando por uns 9 km. e logo dobramos à direita, sentido Balneário Barra do Sul. Hoje seguimos direto pelo acesso asfaltado, que é bem apertado quando os carros passam em boa velocidade. Normalmente, após uns 3 km. à esquerda, vamos por uma estrada de chão/areião que segue paralela ao acesso. A localidade se chama Conquista. 

Chegada em Barra do Sul.





Ao entrarmos pela avenida principal, que vai margeando o Canal do Linguado, fomos conhecer o siri gigante, feito para homenagear o pessoal da localidade que trabalha com esse crustáceo. O siri tem 8 m.  e foi feito pelo norte-rio-grandense Guilherme da Silva Ferreira, conhecido como Índio. Ele também foi o autor da obra da tainha gigante, na mesma cidade.






Logo a frente, parada numa padaria que já frequento há muitos anos. Fomos surpreendidos com o ponto tomado por outro negócio, mas ela estava mais a frente num ambiente melhor e maior. Um café e uma bananada recheada com banana bem madura (bem doce), junto com canela, é o que sempre gostamos e já viemos falando uns km. antes.

Devidamente reabastecidos, seguimos sentido Barra do Itapocú, passando pela praia de Salinas.


Parada na ponte pênsil da Barra do Itapocú.




Ao acessarmos a BR-101, paramos no posto Sinuelo, para mais um lanche que sempre trazemos junto. Percorremos mais uns 4 km. sentido norte e na altura da fábrica da BMW, dobramos à esquerda e mais a frente à direita, pegamos a Estrada Jacú. Começaria aí o nosso interior, que citei no início do relato.









Percorremos uns 11 km. até atingirmos a BR-280. Aí acessamos o Poço Grande e fomos no sentido da Estrada Serenata.



Acessando a Rodovia do Arroz (SC108), ainda demos uma parada num bar para um refrigerante, pois eu já estava bem cansado. Aproveitei para consumir o último ovo cozido e comer uma paçoca.

Energias repostas, sapatilhas travadas nos pedais para vencer os últimos km. Chegada em casa às 13:30h.

Agradeço ao Xuxa pela sempre costumeira agradável companhia.

Fotos: Xuxa e Heil.

Km. do dia: 132
Altimetria máxima: 45 m.
Altimetria mínima: 2 m.
Altimetria acumulada: 394 m. (pelo Wikiloc)
Track(roteiro): aqui

segunda-feira, 30 de maio de 2022

Morro do Schmidt-Pomerode 28/05/2022


Dia de enfrentar um dos morros mais comentados por todos os ciclistas. Para encarar esse desafio, um dos participantes é o companheiro que sempre me acompanha nestas empreitadas (ou furadas), o Luiz Fernando Lutke ( o Xuxa).

Às 06:00h., saímos de Joinville sentido Jaraguá do Sul, aonde deixaríamos o carro do Xuxa, no Parque Malwee. Lá encontraríamos o Hilário Frederico Trapp (fizemos Itapoá), o Wilson Cristofolini e o Édino Barreto.  

Quinteto reunido, partimos às 07:15h. para Pomerode, via Rio da Luz.

Uma serrinha até a confluência com a  Rua Carolina (vai a 316m. de altura), para aquecer um pouco o corpo.




Uma boa descida para pegar a Rota Enxaimel e esperar o Maurício Luís Nunes (#mtbdebomabacha) vindo de Blumenau, com quem fiz o Faxinal do Bepe. O ponto de encontro seria a Casa Siewert.




A equipe (da esquerda para direita); Xuxa, Hilário, Édino, Wilson, eu e o Maurício.
Seguimos por 1 km. no sentido sul, dobramos à direita e logo começou a subida do Morro do Schmidt.

Partimos de 107 m. de altura e o meu gps marcou 903 m. lá no topo, numa extensão de quase 8 km.

É bem íngreme, muitas pedras soltas, relativamente grandes para bike e na parte mais alta, valetas. Se perde a tração com facilidade. Foi muito empurra bike para vencer o trajeto do morro.








E finalmente estávamos chegando ao topo.


Se tem um visão privilegiada de 360 graus dos municípios da região, como Pomerode, Rio dos Cedros, Indaial, Timbó, Blumenau e também o Morro Azul, local de saltos de vôos livres.





Após desfrutar de todo esse belo visual, chegou o momento da descida. Todo o cuidado foi essencial para não cair, em função de declive acentuado. Agradeço ao Wilson por ter me acompanhado, já que vim bem mais devagar.
Numa entrada de uma outra rua à direita, quando faltavam uns 3 km. para a descida final, encontramos um motociclista que sugeriu irmos por esse caminho. Morro Trentin é o nome. Bem melhor e sem pedras soltas.

Chegamos todos bem na parte plana.


Após pararmos num supermercado para um lanche/refrigerante, retornamos pelo Morro Strassmann e Rua Erwin Manzke. Chegamos no Parque Malwee às 15:25 h.

Considerei um dos trajetos mais desafiadores que já passei. Nesta altura da minha vida é para ser feito uma única vez e depois apenas ser lembrado.

Agradeço aos companheiros que partilharam dessa experiência.


Fotos: Xuxa, Hilário, Wilson, Heil

Km. do dia: 70,58
Altimetria máxima: 903 m.
Altimetria mínima: 19 m.
Altimetria acumulada: 1.639 m. (pelo Wikiloc)
Track(roteiro): aqui

domingo, 17 de abril de 2022

Itapema-Interpraias-Itapema 17/04/2022

Quando estou em Itapema, quase sempre aproveito para pedalar por dois lugares que considero muito bonitos. A Ponta do Araçá, em Porto Belo (ver relato de 2021) e a Interpraias, que liga Itapema a Balneário Camboriú, costeando a orla. Hoje seria o dia de fazer a Interpraias de forma diferente, isto é, ir e voltar pelo mesmo caminho. Normalmente faço só num sentido. É uma forma de treinar "morrinhos", pois existem 3 curtos, mas íngremes.

Às 05:05h. parti, pois a idéia era ver o sol nascer (06:31h.) lá na Pedra do Ovo, entre as praias de Taquaras e Taquarinha.

Às 06:12h. cheguei no local e fiquei sentado num banco de cimento.





A manhã estava um pouco nublada e seria mais difícil o sol se mostrar no horário normal do nascente.






A Pedra do Ovo.

Como ia demorar um pouco para o sol se mostrar, resolvi seguir em frente. Pedalei uns 200 m. e na próxima subida ele se mostrou de forma intensa entre essa abertura na vegetação.


Fui até o primeiro belvedere após passar a praia de Laranjeiras e retornei.




Parada no canto da praia de Taquaras para ver esse belo visual.



Mais imagens pelo caminho.



Em Itapema, entrei e passei na Ponte do Suspiro e continuei pela ciclovia.







Chegada em casa, às 08:40h.

Um belo trajeto para fazer bem cedo, evitando com isso o horário de maior fluxo de veículos pelo caminho.

Km. do dia: 45
Altimetria máxima: 72 m.
Altimetria mínima: -1 m.
Altimetria acumulada: 560 m. (pelo Wikiloc)
Track(roteiro): aqui