quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

ITAPEMA-ZIMBROS-CANTO GRANDE-MARISCAL-BOMBINHAS-BOMBAS 19/02/2013





Junto com o amigo Paulo Rost (com quem fiz a Volta na Ilha de Fpolis), iniciamos às 08:30h. um pedal por uma região aonde estão boa parte das mais belas praias de Santa Catarina.
O Paulo veio de Fpolis (férias) e eu já estava em Itapema na casa da sogra.


O pedal prometia ser puxado, pois logo na praia do Perequê iríamos pegar uma serra que passaria pelo morro das Antenas e cairia em Zimbros, com uma inclinação bem alta. Como na noite anterior tinha ocorrido uma trovoada forte com uma chuva torrencial por mais de 1 hora, vejam o que encontramos. A princípio era uma estrada com lama e depois virou uma trilha pesada, com pedras grandes e mato tomando conta. Carregando as bikes e acreditando que mais na frente retornaria a estrada, chegamos num ponto aonde não conseguimos galgar uma pequena subida cheia de barro. Achamos por bem, retornarmos e irmos pelo caminho normal de asfalto, via Bombas.
E como não poderia faltar, veio a famosa pergunta: "Quem foi que fez este roteiro"?




Pessoal de moto conseguiu passar.






Na baía de Porto Belo, paramos num local de embarque de barcos de passeio, para comermos nossos sanduíches, aproveitar o belo visual da ilha e como tinha uma torneira ao lado da tenda de embarque, conseguimos limpar as sapatilhas.



Logo após, (isto já era 10:50h), subimos o morro de Bombas, que devido ao alto tráfego (a maioria indo aproveitar o dia nas praias da região),aonde a pista estreita e praticamente sem acostamento, transforma a escalada numa tarefa um pouco complicada.


De Bombas, atravessamos para o Zimbros e fomos até o final da praia, aonde paramos para um descanso e fazermos um lanche. Local bem tranquilo e aprazível. Era uma antiga colônia de pescadores.




Costeando a Av. Girassol, chegamos ao Canto Grande.






De agora em diante, iríamos enfrentar a parte mais pesada do trajeto, pois estávamos com o sol queimando (13:30h) e uma subida bem puxada para chegar na praia da Tainha. Iniciamos no nível do mar e terminamos no mesmo. Conclusão: subida dobrada. Mas cada desgaste da volta do pedal encontra a recompensa lá no outro lado. Uma praia ainda bastante preservada e recheada de turistas, na maioria argentinos, que lá vão passar o dia.
Aproveitarmos para reabastecer o estoque de água e fazer um lanche, aonde pagamos preços bem salgados.







Retornando, passamos pela Praia do Mariscal, outra com água bem limpa e bonitas pousadas, subimos o morro e fomos até a Praia de 4 Ilhas. A descida do morro no sentido Bombinhas, agora está asfaltada e foi contemplada com trecho (2 km.) de ciclovia.




A origem de 4 Ilhas é porque a praia fica em frente a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, que é constituída pelas ilhas de Galés, Arvoredo, Deserta e pelo Calhau de São Pedro.
Chegamos em Bombinhas e a projeto inicial era irmos até o praia Retiro dos Padres, mas devido o horário resolvemos retornar dali.
Como sempre, Bombinhas é a praia mais movimentada de todas.


Bombas já é bem mais tranquila.


E para dar um sabor especial, nada melhor que um morrinho (de Bombas para Porto Belo) para indicar que a pedalada estava quase chegando ao fim.
Em Porto Belo, fomos até o trapiche que dá acesso a visitação na Ilha de Porto Belo, que é um bom programa para quem está veraneando.




Via Praia do Perequê, chegamos em Itapema às 17:30h.
O ideal é fazer este roteiro fora da temporada, pois o trânsito é muito intenso pela região e no final de tarde muitos voltam para sua praia de origem, como Itapema e Balneário Camboriú, além do sol forte.

Pedalar com o Paulo é sempre tranquilo e agradável.

Km. do dia: 61,9
Altimetria acumulada no gps: 837 m.
Track: aqui

JOINVILLE-ESTRADA DO PICO-BAIXO QUIRIRI_16022013

Sábado, um pouco nublado no início da manhã, eu e o Leandro Koser,  partimos às 07:05h. para um pedal pela região do baixo Quiriri, com previsão de retorno para 13:00h.


Indo pela Estrada da Ilha, Estrada da Fazenda e beirando o Rio Cubatão para depois entrar na SC-301.


Circundamos pela Estrada do Pico, com direito a uma parada na ponte para fotos.




Passamos pela Casa Fleith que aparentemente parece estar concluída.




Mais um pequeno trecho na SC-301 e depois acessamos a Estrada do Quiriri, passando pela margem esquerda do rio, fazendo o retorno na parte alta através do ponte baixa de concreto, aproveitando o belo visual da região, com casas antigas e muitas cachoeiras.




Parada num bar, logo após termos contornado o Rio Quiriri, para um refrigerante e um pouco de conversa como o dono.
E como não poderia ser diferente, a tradicional chegada na Pastelaria Rio da Prata, com pastéis para o Leandro e sanduíche para mim.
Energias renovadas e retorno pela BR-101, acessando pelo Trevo da Expoville, com direito a foto de uma casa bem conservada na SC-301.


Agradeço a companhia agradável do Leandro. Cheguei em casa às 12:30h.
Km. do dia: 75,72.
Track: aqui

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Viagem Joinville-São Fco. de Paula. Dia 8:Cambará do Sul-São Fco. de Paula-26/09/2012

Dia amanheceu com uma garoa fina, nublado e com a temperatura ainda mais baixa. Como o dia estava programado para visitarmos o cânion Fortaleza (49 km. de ida/volta), fomos tomar o café às 07:30h. e aguardar um pouco para ver se haveria alguma melhora nas condições climáticas.
Como o tempo foi passando e nada mudou e, também na incerteza de ficarmos um dia parado e não termos garantia de que o próximo seria melhor, resolvemos seguir viagem rumo a Canela.
O objetivo inicial da minha viagem era chegar de bike em Porto Alegre para visitar o irmão mais novo da mulher, como relatei no primeiro dia da viagem.
Durante os dias que pedalei com o Lyra, consensamos que de Canela (ou Gramado) em diante iríamos de ônibus, pois este trajeto que seria via asfalto passando por Cachoeirinha, já era conhecido por nós e além de ter o problema do trânsito (existência de ciclovias ou não) na entrada de Porto Alegre.
Às 08:40h. saímos da pousada e aproveitamos parar na praça central, já que era nossa rota do dia.



Galeteria O Casarão.


Esta é para quem não acredita que estávamos falando de frio.



Centro Cultural Dr. Santo Bornéo. Construção de 1.935.




Portal de saída de Cambará. O trajeto do dia seria todo por asfalto, via RS-020.



Antes do trevo da localidade de Tainhas (confluência com a RS-486), a chuva que tinha iniciado com uma garoa se intensificou. A sensação térmica era abaixo de zero e tive que usar sacos plásticos zip nas luvas para não congelar os dedos.
Paramos no Café Tainhas para um lanche. O retorno para a estrada não foi nada agradável, pois o processo de esfriar e esquentar demora um pouco.




Ao chegarmos no trevo de São Fco. de Paula, resolvemos entrar na cidade para comermos mais alguma coisa. A chuva continuava forte. Enquanto fazíamos o lanche, o corpo esfriou e com as roupas molhadas pela chuva e pelo suor, uma sensação de tremor foi tomando conta do corpo.
Como no dia de amanhã iríamos viajar de Canela (que já conhecíamos) para Porto Alegre de ônibus, resolvemos antecipar em função do tempo. Para tanto tínhamos que ver se existia horário/passagem para a capital gaúcha. Encontramos às 15:30h. Sobrava meia-hora para conseguirmos autorização para levar as bikes e trocarmos de roupas. Foi uma correria só. Lyra foi em lojas próximas da rodoviária conseguir umas caixas de papelão para proteger um pouco as bikes. Enfim, tudo acertado, zarpamos mas com um pequeno problema. O trajeto no sentido Taquara, logo no início tem muitas curvas descendo e o Lyra enjoa em viagem de ônibus. Como o comprimido só faz o efeito após algum tempo, ele chegou em Porto bem abatido. Chegamos na rodoviária às 18:30h.
Fomos ver passagem de ônibus para Joinville e Curitiba. A Pluma tinha um leito às 20:30h. O Lyra resolveu voltar de avião, pois deste jeito ficaria mais tranquilo com o problema do enjôo.
Ele aproveitou as caixas de papelão, desmontou o guidão e os pedais e com fita que carregava, fez uma embalagem para levar a bike num táxi até o aeroporto.
A Pluma apenas exigiu apenas que tirasse a roda da frente e não cobrou nenhuma taxa.
Aproveitei o tempo de espera para ligar o meu cunhado Marcos Aurélio que estava saindo do trabalho.
Conversamos por um bom tempo enquanto o Lyra acabava de ajeitar suas tralhas. Logo pegou um táxi e mais tarde me despedi do Marcos por estar próximo da minha partida.
Às 06:30h. estava de volta em casa.




Km. do dia (trajeto de bike): 72.
Track: aqui

Resumo de km. total da viagem: 632 km.
Altimetria acumulada total: 11.580 m.