domingo, 21 de abril de 2013

JOINVILLE-SCHROEDER (RIBEIRÃO GRANDE DO NORTE)_20/04/2013


Após um longo tempo distante dos pedais de três dígitos de quilometragem, o dia prometia ser agradável quanto ao sol e a temperatura. Afastado do tênis de campo devido a uma epicondilite lateral (conhecido como cotovelo de tenista), tenho que concentrar as atividades físicas na bike.
Convites feitos, o Willian aceitou, que por sua fez estendeu ao Elvise e ao Beto.
Às 07:15h. estávamos saindo de Joinville, passando pela Estrada Arataca e seguindo pela Rodovia do Arroz (SC-413).




O roteiro do dia iria contemplar localidades que conheci através de passeios organizados anualmente pela Prefeitura de Schroeder, através da Secretaria de Ind., Com. e Turismo.
Acesso pela Schroeder I ( Rua dos Imigrantes), aonde tivemos os dois furos de câmaras do Elvise, bem próximos um do outro. No segundo revisamos atentamente, colocando o pneu fora do aro, invertendo-o, até descobrirmos a segunda farpa de aço.


Uma parada numa padaria na rua de entrada da cidade ( rua Castelo Branco), que fica bem próxima da igreja.
Abastecidos com um café, sanduíches e outras guloseimas, logo pegamos a rua que vai dar na ponte que só permite a passagem de motos e bikes e dobramos à direita, pegando o asfalto ( rua Manoel Francisco da Costa) que vai para a localidade Santa Luzia.
Na Igreja São João Batista, dobramos à esquerda para a localidade Três Rios do Norte.


Elvise, Beto, Willian e eu.




Passamos pelo acesso a localidade de Nereu Ramos e continuamos até a entrada (à direita) para Ribeirão Grande do Norte. Nesta confluência, existe a Casa Rosa, que é tombada pelo município.
Com uma parada para fotos, fomos agraciados com a presença dos proprietários que estavam retornando num quadriciclo com um cacho de banana branca bem no ponto. Após um pedido, fomos presenteados com uma fruta cada um. Perguntando por informações da casa, fomos gentilmente convidados a visitá-la internamente, bem como a toda a área externa. Através do município (Jaraguá do Sul), foi conseguida uma verba do Ministério da Cultura para restauração total do imóvel, apesar de externamente estar em ótimas condições.
(Atualização em 07/2019: essa casa da família Silveira, que agora é pintada em verde água, completa 102 anos).






Já passava do meio dia, quando saímos e iniciamos na estrada para o Ribeirão Grande do Norte. Local muito bonito, com belas pousadas e resort&spa.





Parada nos fundos de uma igreja para nos abastecermos de água, bem no início de começarmos a subir uma serrinha, aonde retornaríamos a localidade de Santa Luzia.






Chegamos em Schroeder às 13:35h. e fomos almoçar no restaurante Garcia. Descansamos um pouco e iniciamos o retorno que seria pela Serra do Canivete (mais conhecida pelos joinvillenses com Duas Mamas).
Passamos pela localidade Rio Camarada, com belas casas e iniciamos a subida de 2 km. para consumir a maior parte das calorias adquiridas no almoço.



Após chegarmos todos bem ao topo (341m. de altitude), descemos os 4km. com muitas pedras soltas, principalmente no final e, retornamos a Rodov. do Arroz, chegando em casa às 17:15h.
Agradeço a companhia de todos e parabenizo o Beto por ter enfrentado seu primeiro passeio acima de 100km. com muita determinação.

Km. do dia: 122 no ciclo.
Track: aqui


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

ITAPEMA-ZIMBROS-CANTO GRANDE-MARISCAL-BOMBINHAS-BOMBAS 19/02/2013





Junto com o amigo Paulo Rost (com quem fiz a Volta na Ilha de Fpolis), iniciamos às 08:30h. um pedal por uma região aonde estão boa parte das mais belas praias de Santa Catarina.
O Paulo veio de Fpolis (férias) e eu já estava em Itapema na casa da sogra.


O pedal prometia ser puxado, pois logo na praia do Perequê iríamos pegar uma serra que passaria pelo morro das Antenas e cairia em Zimbros, com uma inclinação bem alta. Como na noite anterior tinha ocorrido uma trovoada forte com uma chuva torrencial por mais de 1 hora, vejam o que encontramos. A princípio era uma estrada com lama e depois virou uma trilha pesada, com pedras grandes e mato tomando conta. Carregando as bikes e acreditando que mais na frente retornaria a estrada, chegamos num ponto aonde não conseguimos galgar uma pequena subida cheia de barro. Achamos por bem, retornarmos e irmos pelo caminho normal de asfalto, via Bombas.
E como não poderia faltar, veio a famosa pergunta: "Quem foi que fez este roteiro"?




Pessoal de moto conseguiu passar.






Na baía de Porto Belo, paramos num local de embarque de barcos de passeio, para comermos nossos sanduíches, aproveitar o belo visual da ilha e como tinha uma torneira ao lado da tenda de embarque, conseguimos limpar as sapatilhas.



Logo após, (isto já era 10:50h), subimos o morro de Bombas, que devido ao alto tráfego (a maioria indo aproveitar o dia nas praias da região),aonde a pista estreita e praticamente sem acostamento, transforma a escalada numa tarefa um pouco complicada.


De Bombas, atravessamos para o Zimbros e fomos até o final da praia, aonde paramos para um descanso e fazermos um lanche. Local bem tranquilo e aprazível. Era uma antiga colônia de pescadores.




Costeando a Av. Girassol, chegamos ao Canto Grande.






De agora em diante, iríamos enfrentar a parte mais pesada do trajeto, pois estávamos com o sol queimando (13:30h) e uma subida bem puxada para chegar na praia da Tainha. Iniciamos no nível do mar e terminamos no mesmo. Conclusão: subida dobrada. Mas cada desgaste da volta do pedal encontra a recompensa lá no outro lado. Uma praia ainda bastante preservada e recheada de turistas, na maioria argentinos, que lá vão passar o dia.
Aproveitarmos para reabastecer o estoque de água e fazer um lanche, aonde pagamos preços bem salgados.







Retornando, passamos pela Praia do Mariscal, outra com água bem limpa e bonitas pousadas, subimos o morro e fomos até a Praia de 4 Ilhas. A descida do morro no sentido Bombinhas, agora está asfaltada e foi contemplada com trecho (2 km.) de ciclovia.




A origem de 4 Ilhas é porque a praia fica em frente a Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, que é constituída pelas ilhas de Galés, Arvoredo, Deserta e pelo Calhau de São Pedro.
Chegamos em Bombinhas e a projeto inicial era irmos até o praia Retiro dos Padres, mas devido o horário resolvemos retornar dali.
Como sempre, Bombinhas é a praia mais movimentada de todas.


Bombas já é bem mais tranquila.


E para dar um sabor especial, nada melhor que um morrinho (de Bombas para Porto Belo) para indicar que a pedalada estava quase chegando ao fim.
Em Porto Belo, fomos até o trapiche que dá acesso a visitação na Ilha de Porto Belo, que é um bom programa para quem está veraneando.




Via Praia do Perequê, chegamos em Itapema às 17:30h.
O ideal é fazer este roteiro fora da temporada, pois o trânsito é muito intenso pela região e no final de tarde muitos voltam para sua praia de origem, como Itapema e Balneário Camboriú, além do sol forte.

Pedalar com o Paulo é sempre tranquilo e agradável.

Km. do dia: 61,9
Altimetria acumulada no gps: 837 m.
Track: aqui

JOINVILLE-ESTRADA DO PICO-BAIXO QUIRIRI_16022013

Sábado, um pouco nublado no início da manhã, eu e o Leandro Koser,  partimos às 07:05h. para um pedal pela região do baixo Quiriri, com previsão de retorno para 13:00h.


Indo pela Estrada da Ilha, Estrada da Fazenda e beirando o Rio Cubatão para depois entrar na SC-301.


Circundamos pela Estrada do Pico, com direito a uma parada na ponte para fotos.




Passamos pela Casa Fleith que aparentemente parece estar concluída.




Mais um pequeno trecho na SC-301 e depois acessamos a Estrada do Quiriri, passando pela margem esquerda do rio, fazendo o retorno na parte alta através do ponte baixa de concreto, aproveitando o belo visual da região, com casas antigas e muitas cachoeiras.




Parada num bar, logo após termos contornado o Rio Quiriri, para um refrigerante e um pouco de conversa como o dono.
E como não poderia ser diferente, a tradicional chegada na Pastelaria Rio da Prata, com pastéis para o Leandro e sanduíche para mim.
Energias renovadas e retorno pela BR-101, acessando pelo Trevo da Expoville, com direito a foto de uma casa bem conservada na SC-301.


Agradeço a companhia agradável do Leandro. Cheguei em casa às 12:30h.
Km. do dia: 75,72.
Track: aqui