domingo, 31 de julho de 2016

Subindo Rio do Júlio 30/07/2016


Este é um dos pedais que já tinha programado algumas vezes e nunca consegui realizar. Sempre fiz esta estrada no sentido contrário, sendo a primeira em 2010, com o grupo de cicloturismo do qual participo, Odois.org (ver relato aqui)
O pedal foi organizado pelo Moacir (Moa), que não pode participar por problemas de saúde do sogro, na noite antes do passeio.

Os participantes, da esquerda para direita: Xuxa, Beto, eu e o Nei.


Às 06:05h. saímos da Expoville, sentido Schroeder, pela Rodovia do Arroz. Entramos pelo acesso de Schroeder I.


Na avenida de entrada da cidade paramos na Padaria e Confeitaria Flohr (próxima a igreja católica São Vendelino). Sempre gostei de parar aí, pois o local tem um preço justo, além de uma variedade de doces, que são os meus prediletos num café da manhã.
Todos devidamente reabastecidos, atravessamos a cidade no sentido sul-norte, indo pelo bairro Santa Luzia. No trajeto foram adicionados alguns quilômetros de asfalto recentemente.



E agora vai começar a brincadeira.


A subida da Estrada do Rio do Júlio é um bom teste para seu coração e pulmão. A travessia toda até a rodovia SC-301(ou Estrada Dona Francisca) dá aproximadamente 27km. Nos primeiros 10km. a altimetria vai para faixa dos 700m., tendo como ponto de partida uns 70m. Nos km. restantes, fica girando entre 600 a 800m. de altura.
A estrada é cercada pela Mata Atlântica, sendo que mais ou menos pelo meio do caminho, há a divisa entre os municípios de Schroeder e Joinville.
Como choveu no dia anterior, a estrada um pouco enlameada dificultava ainda mais a já difícil subida.






Os primeiros 4km. da estrada são os mais pesados, até se chegar ao rio/cachoeira Macaquinho. Este é um ponto de parada de todos os ciclistas, para lanche, abastecimento de água, para um descanso e em épocas quentes, para um banho. A água atravessa a estrada, sendo tranquilo atravessar de automóvel, quando não é época de muitas chuvas.






Recobrada parte das energias após a parada/lanche, seguimos subindo.



Num hotel, já no município de Joinville, fomos recebidos por um pônei, que nos pediu um pouco de atenção e carinho.



Na antiga represa do Rio do Júlio, parada para um lanche do meio-dia.

 na

E agora o trecho final para chegar para chegar na Estrada Dona Francisca.



Não antes de subir o morrinho, aonde fica a Igreja Luterana toda construída em madeira. A igreja é muito procurada para casamentos, principalmente no final do ano, por causa das hortências que cobrem todo o morrinho.










Após a entrada no asfalto da Estrada Dona Francisca, percorremos uns 2,5km. até um local à esquerda da rodovia para quem vem de Campo Alegre, aonde servem caldo de cana e empadinhas de palmito. Tudo muito limpo e organizado, servido pelos próprios donos. Vale a pena a parada.
De agora em diante, vai ser de muita atenção para descer a serra, local sempre procurado pelos ciclistas.

Última foto do dia e agradecimentos ao Xuxa, Beto e Nei pela companhia. Um pedal para ser repetido sempre que possível.



Km. do dia: 123
Altimetria acumulada: 1.290 m.
Track: aqui

domingo, 26 de junho de 2016

Antônio Carlos-Estrada Betânia-São Pedro de Alcântara-Antônio Carlos 25/06/2016

Neste sábado, resgatei do meu baú de projetos a serem executados, um pedal para ser iniciado no município de Antônio Carlos, que é um dos maiores produtores de hortaliças e legumes de Santa Catarina.
O Fábio Barbosa Almeida (do Pedal Nativo), com quem fiz 2 dias do Circuito das Araucárias, junto com seus amigos convidados, seriam meus parceiros desta empreitada.
Saí cedo de Joinville rumando pela BR-101, com neblina intensa em alguns pontos. O nosso ponto de encontro seria um posto de combustível na entrada da cidade, aonde arrumamos as bikes e um pouco antes das 8h. estávamos iniciando o percurso.
Bela casa no trajeto para a localidade de Santa Maria.



Pela altura da igreja católica na localidade citada, dá para ter uma noção do que enfrentaríamos. Morros e mais morros.



A partir deste ponto teríamos a companhia de um novo componente no grupo, que nos seguiu por um trecho da subida. Muito exibido, dava uma parada de vez em quando e, após o pelotão estar a uns 100m. de vantagem, passava a todos na maior tranquilidade.


Próximo a uma residência, foi o momento da grupo fazer a boa ação do dia. Após escutar uns miados num pequena capoeira, foram resgatados 2 filhotes de cachorro recém-nascidos. A cadela tinha saído do cercado da casa e dado cria numa pequena moita de capim gordura. Um já tinha caído de um pequeno barranco no lado da estrada e outro estava preso no mato, aonde foi resgatado. Foram entregues a dona da casa e enrolados num pano. Ainda estavam com o cordão umbilical.



Pequena parada na localidade do Egito para o lanche matinal.


Após uns 11km. de subidas, chegamos na divisa entre os municípios de Antônio Carlos e Angelina.


Um belo descidão, aonde chegamos na localidade de Betânia e na qual trafegamos por parte da estrada.


Igreja evangélica e bonita casa na localidade.



Na confluência da SC-407, estrada que vem de Angelina, seguimos à esquerda para São Pedro de Alcântara.


Parada na divisa para fotos, depois de ter enfrentado boas subidas num trajeto de uns 6 km.



Casarão da família Kretzer e painel de Rodrigo de Haro na localidade de Santa Filomena. Passei neste trajeto em 2011, quando fiz uma viagem de 3 dias, de Joinville a Fpolis, passando por Angelina.




Em São Pedro de Alcântara, fizemos o nosso almoço num restaurante com buffet a quilo (não anotei o nome), que fica no lado de cima da praça central. Bom, com direito a vergamota bem saborosa como sobremesa.
O grupo (da esquerda para direita): Walter, Raul, Fábio, eu, Fagner, Paulo e Otacílio. O Felipe já tinha retornado.


Devidamente abastecidos, enfrentamos mais uns 15km., com um bonito trecho numa travessia para Antônio Carlos, com muito verde (sem fotos devido estar sem bateria). Descidão de uns 2,5 km.

Agradeço a companhia de todos. Turma muito legal para pedalar.

Km. do dia: 63,57.
Altimetria máxima: 694m.
Altimetria mínima: 20m.
Altimetria acumulada: 1.021 m.
Track: aqui


sábado, 14 de maio de 2016

Joinville-Jaraguá do Sul-Rio Molha-Guaramirim-Joinville 14/05/2016

Parti cedo (05:45h.) para Jaraguá do Sul, na companhia do Leandro (com que já fiz diversos pedais) e do Fernando que não conhecia. Eles iriam participar de um pedal com pessoal de Jaraguá para a região de Rio dos Cedros.



Seguimos pela Rodovia do Arroz, BR-280 acessando Jaraguá pela Ilha da Figueira. Já fazia tempo que não furava pneu e na chegada em Jaraguá aconteceu. O pessoal deu uma mão e fiquei terminando o serviço. Eles foram ao local de encontro, pois estava dando o horário combinado.
Após um café, segui para o objetivo principal do dia. Subir a serrinha do Rio Molha (uns 5 km.) Já tinha feito duas vezes no sentido Massaranduba-Jaraguá. Boa parte é asfaltado ficando os últimos quilômetros com piso de chão, aonde se concentram as subidas mais íngremes.
Nessa subida existem quinze estações da via sacra, aonde é feita uma romaria na sexta feira santa e que atrai milhares de fiéis da região.




No topo da serra.


Logo na descida uma pequena parada na capelinha, local de nascente limpa de água.




Após peguei as Ruas Ribeirão Gustavo e Ribeirão Wild e em seguida um desvio que foi sair na SC-108.





Atravessei o asfalto, seguindo por estrada de chão costeando o Rio Putanga em parte e, depois por estradas já conhecidas de outros pedais, saindo na Estrada Bananal em Guaramirim e novamente Rodovia do Arroz no retorno.
Um ótimo dia para pedalar, pois o tempo ficou nublado com uma temperatura bem agradável.
Em viagens solo, locais isolados são bons momentos para reflexões.

Km. do dia: 126
Altimetria máxima: 382m.
Altimetria acumulada: 754 m.
Track: aqui



segunda-feira, 11 de abril de 2016

Joinville-Poço Grande-Guamiranga-Rio Branco-Guaramirim-Joinville 10/04/2016


Iniciando o ano em termos de relatos, neste domingo fomos para a região de Guaramirim, na companhia do Moacir e do Beto, amigos dos pedais de toda quarta-feira. Começamos bem cedo (06:00h.), primeiramente por causa do calor dos últimos dias e depois para tentar retornar a tempo do almoço em casa.


Saímos sentido sul,  pela Rua Santa Catarina até encontrarmos o túnel que passa sob a BR-101.



Uns 2km. pela 101 e logo entramos à direita pela Estrada Poço Grande.


Na confluência com a BR-280, atravessamos reto sentido Guamiranga. A uns 5,5km., dobramos à esquerda por uma área de reflorestamento e logo após à direita, pela Rua Estanislau Vick até a localidade de Guamiranga. Pequena parada no posto Rudnick para um café e ida até a figueira centenária para o Beto e o Moacir conhecerem.




Retornamos, atravessamos o Rio Itapocú e à esquerda seguimos pela Estrada Bananal. A 1,8 km., à direita fomos sentido localidade de Rio Branco. Pegamos uma variante que vai para o Rio Putanga e sai na localidade de Barro Branco.




No encontro com SC-108, seguimos sentido Guaramirim, aonde paramos numa panificadora em Rio Branco, para o último lanche.


Retorno pela Rodovia do Arroz, aonde pela metade pegamos fortes chuvas com o acostamento se transformando em piscina. Tivemos sorte, pois a manhã ficou boa parte nublada e com a chuva no final ajudando a amenizar bastante a temperatura alta. Chegada logo após o meio-dia.

Km. do dia: 100,34
Altimetria máxima: 62m.
Altimetria acumulada: 407 m.
Fotos: Moacir
Track: aqui