domingo, 19 de janeiro de 2020

Joinville-Serra Dona Francisca-Rio do Júlio-Schroeder-Joinville 18/01/2020



Bom tempo ausente de postagem aqui no blog, nada como iniciar o novo ano com um pedal por um roteiro muito bonito e sempre desafiador. Rio do Júlio subindo a Serra Dona Francisca.
Como comentamos no caminho, esse foi um pedal de respeito, pelo somatório de 251 anos entre os 4 participantes. Dal'ri, Cunha, Odair e eu, Antônio Carlos.
Às 04:30h. encontrei o Dal'ri e o Cunha num ponto e o Odair foi integrado ao grupo no trevo de Pirabeiraba.


Casa Krüeger-Pirabeiraba.


Seguimos sentido a serra pela SC-301. Pela visualização, dava para prever que seríamos contemplados com alguma chuva. E ela chegou no início da subida, de forma moderada.
Parada no Mirante para um breve descanso.




O objetivo agora era chegar num ponto de parada (+/- 7 km.) já conhecido de outros pedais e pela maioria dos ciclistas, aonde servem empadinhas. Devido ao horário, iríamos ver se já estava aberto. E fomos agraciados.
E por ver que a maioria gostaria de um café, a senhora que nos atendeu, foi fazer um café passado na hora, apesar de não fazer parte dos produtos servidos. Todos agradeceram, pois o dia amanheceu com uma temperatura bem mais baixa que nos anteriores.
O local sempre foi muito bem cuidado e conservado.




Logo na frente, à esquerda, a uns 2 km., teríamos a entrada do Rio do Júlio. A travessia toda de chão até Schroeder, dá em torno de 28km.
E seguimos pelo caminho, acompanhados pelas hortênsias, já em boa parte no final da floração.



E como em qualquer pedal, furo de pneu faz parte do cárdapio.  Nesse momento todos aprenderam a dançar um pouco, em função de mosquitos vorazes que não davam sossego.

Passar no Rio do Júlio e não dar uma paradinha na igreja luterana, toda em madeira, é a mesma coisa que como dizem, é ir a Roma e não ver o Papa.




Passagem pela represa desativada.




Belezas pelo caminho.


E chegamos na divisa entre Joinville e Schroeder. Serão agora efetivamente, 10 km. de descida. Para quem nunca efetou o trajeto e houve comentar "vamos descer o Rio do Júlio", fazendo nesse sentido, pode entender que é tranqüilo. Mas para chegar a esse ponto, tem o famoso sobe/desce. São em torno de uns 18 km., desde a entrada no trecho de chão.

Marco da divisa.



Um dos pontos altos dessa passagem é o Rio Macaquinho, que atravessa a estrada.




Agora serão +/- uns 4km. até a chegada ao asfalto lá no bairro Santa Luzia, em Schroeder, que envolvem a parte mais íngreme do trajeto. É momento de muito cuidado e atenção. Para quem faz no sentido invertido, é a que exige mais fisicamente de cada um.

Parada num mirante para fotos.



E na passagem por Schroeder, parada obrigatória de muitos anos (ao menos para mim), na panificadora Flohr para um lanche.
Todos devidamente reabastecidos, seguimos pela saída de Schroeder I e após Rodovia do Arroz.

Entrada pela Expoville para a última foto e cada um seguiu o seu caminho. Agradeço a todos pela companhia.


P.S.: o Dal'ri riscou um ítem da sua agenda. Nunca tinha feito o Rio do Júlio.

Km. do dia: 123
Altimetria máxima: 791 m.
Altimetria mínima: 3 m.
Track(roteiro): aqui

domingo, 1 de setembro de 2019

Volta do Rio São João em Garuva (SC) 31/08/2019

Hoje foi o dia de recepcionar o grupo de pedal Os Monxtros, de São Bento do Sul. Conheço o pessoal desde 2016, com quem realizei esse primeiro pedal de respeito. O meu contato sempre foi o Cláudio de Mello, a quem agradeço a atenção em organizar e fazer todas as tratativas com o grupo, para que o pedal realmente acontecesse.
O roteiro proposto foi fazer a volta do Rio São João, lá em Garuva. O ponto de encontro seria o Posto Rudnick, na BR-101, em Pirabeiraba.
Às 08:25h., eu e o Dalri, que me acompanhou de Joinville, já estávamos aguardando no local. Os Monxtros, fazendo juz ao nome, viriam pedalando de São Bento (60 km.) e teriam mais uns 80 km. pela frente.
Com apenas 5 minutos de atraso, às 09:05h., foi o momento de rever os amigos.
Às 09:30h., partimos via Caminho Curto e Estrada Palmeira.


Parada na ponte e pinguela sobre o Rio Três Barras, para as tradicionais fotos de todo ciclista que passa aí.





Logo a frente à direita, pegamos a Estrada Rio Cupim. Parada para foto numa casa abandonada, que já se tornou um símbolo em termos de fotografia.


Às 11:00h. estávamos na cidade de Garuva. Parada para compra de água e lanche numa padaria que já conheço. A opção de almoço mais tardio, seria no café colonial Alles Blau, lá na Estrada Bonita que íriamos mostrar no nosso retorno, para quem ainda não conhecia.

Às 11:35h., entramos no contorno do Rio São João, pela margem direita. Seguimos por uma extensão de uns 8 km., com algumas paradas para fotos.




Uma das pinguelas no meio do caminho.


No final, para retornar para a margem esquerda, travessia nessa pinguela.



Após 1 km., tem a ponte coberta de água que faz a interligação das duas margens e que o pessoal aproveitou para ir e voltar algumas vezes, em função da lâmina de água estar bem baixa, devido a grande estiagem pela região.


Saindo de Garuva às 13:00h., pela Avenida Celso Ramos e Estrada Três Barras, que margeiam a BR-101, o destino era a Estrada Bonita. Pelo meio do caminho um prenúncio de uma trovoada se anunciava.
Mas deu tempo de irmos até o final da estrada tirarmos fotos e retornarmos até o café colonial que fica logo na entrada.




Para encerrar, fomos brindados com a chuva, benvinda por sinal, quando adentramos no café.

Agradeço ao Rudi e ao Niarkos (que vieram de carro para o café) e também ao Mello, por me brindarem com uma camisa do Circuito das Araucárias.


Ao Mello, Jean Baretta, Jean Spitzner, Jaciel Grein, Tomaz Litz, Jalasco, Márcio e o companheiro de Joinville, Dalri, minha profunda gratidão por propiciarem momentos tão agradáveis.


Km. do dia: 112
Altimetria máxima: 90 m.
Altimetria mínima: 0 m.
Track(roteiro): aqui
Fotos: Mello, Dalri e Heil

domingo, 18 de agosto de 2019

Morro do Santo Anjo 17/08/2019

Como já fazia um bom tempo que não programava nenhum pedal para os lados de Massaranduba, hoje seria o dia de conhecer um morro ainda não explorado. Convidei o Carlos Alberto Dal'ri, que prontamente aceitou o desafio. Antes, enviei um vídeo do morro para ele, afim de tomar conhecimento e não ser surpreendido no momento da subida.
Saímos de carro do Dal'ri de Joinville, antes das 06:00h., e estacionamos num posto de combustível no centro de Massaranduba (Rua 11 de Novembro), bem próximo da prefeitura. Para aquecer, fomos a pé até a padaria Bublitz, que já conheço de outros pedais, tomar um café. Como vimos no balcão potes de queijo alemão (kochkäse), deixamos reservados para o nosso retorno. Essa padaria é muito boa e tem preços justos.
Às 07:30h. estávamos iniciando o pedal. Saímos no sentido oeste, pela Rua Campinas e logo mais a frente dobramos à esquerda na direção da localidade Braço do Norte.







A Igreja Nossa Senhora do Rosário na localidade.



Continuamos pela Rua Benjamin Constant (Rodovia Mba 070), sentido localidade Treze de Maio Alto.



Lanche matinal e parada após uma subida de uns 2,3 km., na rua Otto Manske.




Casa típica alemã.

Chuchu no rancho.



Após passarmos por Itoupava Rega, pela rua Erwin Manske e, depois por Vila Itoupava, acessamos a estrada de chão para Luiz Alves. Nosso destino agora era a entrada do Morro do Santo Anjo, ponto alto desse pedal, que ficava a uns 20 km.


Casa típica já na estrada para Luiz Alves (SC -413-Rodovia Leonardo Martendal).




Após ter chamado a atenção do Dal'ri, se ele estaria diversificando os seus negócios, ele registrou essa foto. Apenas o registro do sobrenome tem um hífen, em vez do apóstrofe.


Antes da entrada à esquerda, a uns 300 m., para a Estrada Primeiro Braço, paramos numa venda/minimercado, para tomarmos um refrigerante e comermos outro lanche, pois logo mais teríamos que gastar muita energia na subida do morro. Isso era em torno de 11:00h. Esse trajeto se estendeu por uns 11 km. até a entrada do Morro Santo Anjo. Um mix de chão (trecho inicial) e depois asfalto.


Passamos pela igreja católica Santo Antônio. Agora só faltavam uns 4 km. para a entrada do morro.



Aqui a placa (pequena) de indicação do Morro Santo Anjo. Agora sim, vai começar a brincadeira boa.


Os primeiros 500 m. são bem íngremes. Depois existe algum alívio em alguns trechos. São 2,85km. no total. Saí de 190 na entrada e vai a 578m. de altitude lá no topo. Portanto, uma diferença altimétrica de respeito. Os últimos 200m. que foram de empurra bike, são incrivelmente íngrimes. São de lajotas e no trecho inicial que tem uns 50m. de lajotas novas ainda com areia da colocação que não foram varridas, a gente vem patinando com os tacos da sapatilha e só não cai, pois se segura na bike.
Enfim, chegamos ao topo, bem cansados. A beleza é fenomenal. Só não conseguimos ver o mar em Barra Velha/Piçarras, pois tinha um pouco de neblina.







No local tem uma pequena capela que fica com a porta encostada, com um livro de visita. Local é mantido limpo por todos os visitantes.


Um pequeno vídeo de 360 graus do local: ver

Apreciamos, lanchamos, descansamos, mas chegou o momento de partir, pois ainda faltavam uns 14km. Descemos com todo o cuidado e depois mais alguns km. de asfalto e logo depois chão. Entramos pelo bairro Guarani Mirim. Às 14:30h. estávamos de volta ao posto. Passamos na padaria para mais um café e pegar o queijo e, às 16:00h. de volta em casa.
Agradeço ao Dal'ri pela agradável companhia e pela carona.


Km. do dia: 68
Altimetria máxima: 578m.
Altimetria mínima: 07m.
Track (trajeto): aqui
Fotos: Dal'ri e Heil