domingo, 13 de setembro de 2020

Pedra de Amolar e Morro do Garrafão (Jaraguá do Sul-Corupá) 12/09/2020

Na localidade Pedra de Amolar pedalei, de forma solo, em junho de 2016 e considerei um dos locais mais bonitos da nossa região. O que tenho como referência de muito bonita, é a Estrada Saraiva lá em São Bento do Sul, que faz parte do Circuito das Araucárias. 

Como sempre falava para os companheiros de pedal, da Pedra de Amolar, hoje foi o dia de levá-los a esse local e no retorno, passarmos pelo Morro do Garrafão, que ainda não conheço.

Na companhia do Xuxa (Luiz Fernando Lutke) e do Hoppe (Luciano), partimos às 07:10h. do Parque Malwee, aonde deixamos os carros, para essa travessia da primeira perna do trajeto, que vai sair lá na BR-280, em Corupá.

Início do pedal com neblina, que nos acompanhou no nossa vinda de carro.


Início da subida do morro na Pedra de Amolar.

Visão do vale.



Topo da subida e divisa de municípios, a 280 m. de altitude.

 
Uma boa descida, com a estrada bem cuidada e passagem no local que já conheço, por ter almoçado com a esposa, anos atrás. Prainha da Oma, aonde o restaurante serve comida colonial por pessoa, incluindo o famoso strudel e o marreco recheado por um peço justo.Fica as margens do rio Pedra de Amolar e nos fundos tem uma pequena cachoeira. Informações do funcionamento aqui

Mais uns 6 km. estávamos no trevo de Corupá, aonde dobramos à esquerda, sentido rota das cachoeiras.
Como logo em frente iríamos dobrar à esquerda (1 km.), para o Morro do Garrafão, seguimos um pouco em frente e fomos até o Seminário (Sagrado Coração de Jesus) para fazermos o nosso lanche que trouxemos junto. Fechado em função da pandemia. Só abre aos domingos, entre 10:00 e 14:00 h.,para a missa e funcionamento do restaurante. Fizemos o lanche ao lado da portaria.



Renovadas as energias, seguimos para a empreitada maior do dia. Morro do Garrafão.
Aqui começa a subida.




Logo no início da subida, uma cadela que estava na rua, nos acompanhou por boa parte, quase até o topo.




Visão de Corupá.


Após uns 4 km., chegamos ao topo a 482 m. de altitude. Para quem gosta de trekking (hiking) tem uma trilha curta, aonde se chega ao cume, a mais de 600 m. e se tem uma visão ampla de toda a região.

Num intervalo de uns 4,5 km. até sairmos na estrada principal, percorremos um bom trecho de uma estrada que se transformou mais em trilha, aonde só é possível passar com carro 4 X 4. Quem faz em sentido contrário, tem que estar preparado para enfrentar pedras e umidade.


Pela frente agora mais uns 22 km. para chegarmos no ponto de origem.






Fotos do Xuxa:   








Às 12:45h. de volta ao Parque Malwee, com a alegria de ter conhecido um novo caminho e mais um "morrinho" pela região. Agradeço ao Xuxa e ao Hoppe, pela sempre e agradável companhia.

Km. do dia: 66,06
Altimetria máxima: 482 m.
Altimetria mínima: 44 m.
Track(roteiro): aqui

sábado, 29 de agosto de 2020

Relembrando a Estrada Limeira-Garuva até o topo da Serra e retorno 29/08/2020

Após 11 anos, voltei a pedalar na Estrada da Limeira, que era um antigo projeto da BR-101, para interligar Santa Catarina ao Paraná pelo litoral. Quem tiver interesse em ver o relato da viagem antiga, com diversas fotos e vídeo, realizada na companhia do Odois.org, que por sinal, foi bem molhada, é só acessar aqui

Com uma semanada de sol, condição importante para não sofrer como em 2009, o grupo, eu, Xuxa e Arno (Luiz Fernando Lutke e Édson Arno Coradini), se reuniu em Garuva, aonde viemos de carro. O Arno já veio pedalando de Joinville. Partimos às 06:50 h., para esse pedal programado de 3 dígitos e uma boa altimetria acumulada.

A estrada. Nas pequenas elevações em finais de retas, são trechos curtos asfaltados.




No início da manhã foram 2 furos de pneu traseiro  na minha bike num pequeno intervalo. Após uns 25 km., travessia numa ponte pênsil que encurta o trajeto em uns 4 km.



Se encontra em mau estado de conservação. Existe uma placa de prefeitura sinalizando a recuperação.


A próxima parada para lanche foi no Rio Canasvieira, km. 41 do trajeto,  aonde em 2009 tinha um bar e camping, que não mais existe.



Antigo bar.



Após uns 4,5 km. desse ponto, começa efetivamente a serra que se prolonga por 9 km. e atinge a altitude de 398 m. pelo meu Garmin. Boa parte está em reforma e, nesse momento, bastante barro vermelho na pista, sendo o ideal  pedalar por aí por enquanto, após uns 2 ou 3 dias anteriores de sol.


Quando chegamos no topo da serra encontramos algumas vans com carretas de bike e muitos ciclistas. Descemos uns 200 m. mais a frente, lanchamos numa pequena sombra e após, retornamos pelo mesmo caminho.

A Serra da Limeira tem à sua direita (no sentido que fomos, sul-norte), o Parque Nacional de Saint-Hilaire, que é primeira unidade de conservação a ser criada por lei no Brasil. Tem uma área de 25.119 hectares e foi criado em 2001. Envolve os municípios de Guaratuba, Paranaguá, Matinhos e Morretes. No final da descida (lado norte da serra), para quem é praticante de montanhismo, existe uma trilha de uns 7,5 a 8 km., para chegar ao cume da Serra da Prata, com uma altura de 1.500 m. Maiores informações em: https://parnasainthilairelange.wordpress.com/cartilha-caminhante-consciente/ . Lá estão descritos todos os procedimentos/autorização, para fazer a trilha com segurança e respeito a natureza.

Algumas fotos no retorno.




Eucaliptos tortos em Garuva com o forte vendaval no final de junho.


Fotos do Xuxa.







Às 15:50 h. estávamos de volta ao ponto de origem.

Agradeço ao Xuxa e ao Arno pela companhia e por terem ajudado a suportar boa parte das costelas de vacas e muitas pedras (relativamente grandes) pelo caminho. 

Km. do dia: 114
Altimetria máxima: 398 m.
Altimetria mínima: 5 m.
Track(roteiro): aqui