domingo, 18 de abril de 2021

Joinville-Estrada Palmital(parcial)-Itapoá-Vila da Glória 17/04/2021

Hoje foi o dia de recepcionar o Sandro Marcelo dos Santos e o Hilário Frederico Trapp, ambos de Jaraguá do Sul, para um pedal um pedal proposto inicialmente por parte da Estrada Palmital, Saí Mirim e Vila da Glória.


Às 07:35h., partimos do Rudnick (nosso ponto de encontro), passando por Caminho Curto, Estrada Palmeiras, Rio Três Barras.




Logo a frente, dobramos à direita na estrada do Rio Cupim, aonde a 1 km. tem uma casa abandonada com árvores recheadas de barba de velho e uma infinidade de bromélias, que se tornou ponto de parada para registro de imagens da maioria dos ciclistas que por ali passam.



Acesso a Estrada Palmital e parada no bar/lanchonete as margens do rio do mesmo nome, para um café/lanche. Café servido na mesa, em garrafa térmica e leiteira, aonde é cobrado por copo tomado. O cliente é que diz quantos tomou, fato raro de confiança hoje em dia. É uma parada tradicional de ciclistas da região.

Devidamente reabastecidos, seguimos por uma extensão de 8 km. até a confluência à esquerda na lanchonete Baraharas, para a localidade de Bom Futuro.



Essa estrada segue em parte o asfalto que liga ao porto de Itapoá (SC-416).
 

Após uns 10 km. de estrada de chão e alguns pequenos morrinhos, saímos no asfalto. Logo a frente teria a entrada para a localidade de Saí Mirim. Como o Sandro e o Hilário já conheciam a localidade, bem como o casarão que lá existe, houve consenso da maioria de irmos até Itapoá, que os 2 ainda não conheciam de bike. 




Às 11:55 h. paramos para o nosso almoço, bem farto por sinal.

Na saída do restaurante enfrentamos uma chuva bem forte e seguimos rumo ao porto e depois no acesso a Vila da Glória pelo conhecido areião (uns 7 km.-SFS-23).



Parada no trapiche da Vila da Glória para apreciar a beleza do local e tomarmos um café para aquecer o corpo molhado.




E agora enfrentar as subidinhas antes de chegar na balsa da Vigorelli, aonde pegamos o horário das 16:00h.



Me despedi do Sandro e do Hilário, agradecendo a companhia, no início da Estrada da Ilha, de onde seguiriam de volta ao Rudnick.

Chegada em casa às 17:27 h. 

Km. do dia:  146,38
Altimetria máxima: 75 m.
Altimetria mínima: 6 m.
Altimetria acumulada: 616 m.
Fotos: Heil e Sandro
Track(roteiro): aqui

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Nascer do sol na Ponta do Araçá, Porto Belo 20/02/2021

Aproveitando o final de semana em Itapema, convidei o Humberto e o Márcio de Camboriú, com os quais ainda não tinha pedalado, e também o Thiago, com quem fiz um pedal para a Cachoeira do Amâncio, em 2019, que fica em Biguaçú.

O pedal curto era para ver o sol nascer lá na Ponta do Araçá. Local em que já pedalei diversas vezes.

Às 04:45h., no horário combinado, partimos pelo Perequê, Porto Belo, Caixa d'Aço e chegamos na Ponta às 05:30h. Aguardamos o belo espetáculo da natureza, que se iniciou às 06:01h.



Da esquerda para direita: Márcio, Humberto, Thiago e eu.






Momento de retornar pelo mesmo caminho. 





Retorno em casa às 07:10h. para um novo café.

Agradeço aos companheiros por saírem tão cedo da cama. Foram recompensados pela bela imagem que ficará marcada para sempre na memória.

Km. do dia: 28,8
Altimetria máxima: 86 m.
Altimetria mínima: -1 m.
Altimetria acumulada: 294 m.
Track(roteiro): aqui


terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Prudentópolis/PR

Hoje, depois de 10 anos, vou fazer uma homenagem ao Grupo Odois, o qual participo, dessa nossa cicloviagem pelos saltos e cachoeiras de Prudentópolis.

Vejam o relato e vídeo.


http://odois.org/110105










domingo, 20 de dezembro de 2020

Joinville-Mirante do Vale Jaraguá do Sul-Joinville 19/12/2020

Para encerrar as postagens de 2020, nada melhor do que enfrentar um "morrinho" pela região de Jaraguá do Sul. O escolhido foi o Mirante do Vale, que fica localizado no bairro Rio da Luz, na rua Macuco Pequeno.
O companheiro de pedal foi o Xuxa (Luiz Fernando Lutke), com quem já participei de uma série de pedais.
Como o dia prometia ser de muito calor, saímos às 04:30 h. para tentar escapar um pouco do sol forte. O tempo tentou brincar conosco, enviando alguns pingos de chuva antes do início do pedal e após começarmos, para ver se estávamos firmes na nossa decisão de enfrentar esse trajeto que imaginávamos ser bastante puxado.
Na Rodovia do Arroz fomos brindados por um belo nascer do sol.



Em Jaraguá do Sul, com alguns pingos de chuva novamente e tempo ainda fechado, dobramos à esquerda na frente da unidade fabril da Malwee, seguindo pela rua(com ciclovia) Pastor Albert Schneider, sentido Bairro Rio da Luz.

Igreja fundada em 1935.



Algumas fotos no caminho antes de entrarmos na rua Macuco Pequeno.




Após termos percorrido uns 12 km. no asfalto, chegamos à direita na tifa Macuco Pequeno. Estrada de chão. Tifa vem do alemão tief e significa localidade afastada dos centros maiores.


E a partir daí vai começar a brincadeira boa do pedal.

Carrocinha para carregar trato dos animais.




A subida se torna bem cansativa e envolveu alguns empurra bike, pois ela não tem refresco, isto é, alguns pequenos trechos mais planos. É subida constante.






Pequena cascata no rio que acompanha a estrada: ver

Alguns dados do Gps. Nesse ponto estávamos a 499 m. de altura.

 

Ao chegarmos na entrada que dá acesso ao topo do morro, na casa do proprietário, a altura estava em 524 m. Teríamos que chegar a 735 m. numa distância de 1.400 m. Foi uma empurra bike direto, pois com as últimas chuvas, tinham muitas pedras solta e a diferença altimétrica é bem grande. O importante era mostrar as bikes nas fotos, pois tem muitos que são adeptos de São Tomé.
Enfim, chegamos lá. O tempo estava aberto e deu para registrar esse momento. Lugar muito bonito mesmo.








Batemos um papo com o proprietário Geraldo Tomaselli, que gentilmente nos atendeu quando chegamos na sua propriedade e que subiu de moto até o local, levando um isopor com bebidas. Contou um pouco da história do local, como adquiriu a terra, o que já fez e o que pretende ainda fazer.

Mas precisávamos retornar e o sol já estava bem forte. Na descida todo o cuidado é pouco e quando chegamos na parte plana deu para sentir realmente a temperatura do dia. Na passagem por Jaraguá pegamos um outro caminho e passamos na Casa Rux, aonde servem café colonial nos finais de semana. Foi construída em 1915 e é tombada pelo IPHAN.


No retorno foram muitas paradas para hidratação, passar protetor algumas vezes e também pelo cansaço. Chegamos no meado da tarde em casa.

Um pedal que ficou registrado como um dos mais difíceis que enfrentamos mas também como um dos locais com uma beleza ímpar.

Fotos: Heil e Xuxa.

Km. do dia: 150
Altimetria máxima: 735 m.
Altimetria mínima: -1 m.
Altimetria acumulada: 1.294 m.
Track(roteiro): aqui