sábado, 5 de janeiro de 2019

Trekking Pico do Pedra Camboriú 30/12/2018

Como estou afastado temporariamente dos pedais (recomendação médica), tenho me dedicado a caminhadas. Aproveitei o final de ano em Itapema, para conhecer o Pico da Pedra, no município de Camboriú.
O Pico da Pedra ou Pedra da Gurita, fica no Morro da Congonha, com altitude máxima de 680 metros. Em tempo bem aberto ou limpo, é possível avistar Itapema, Balneário Camboriú, Porto Belo e boa parte da orla marítima.
É um ponto estratégico e foi usado pelo Exército Brasileiro durante a Segunda Guerra Mundial, como local de observação.
Domingo, saí 05:00h. de Itapema e às 05:30h. passei no Balneário Camboriú, pois teria a companhia do meu sobrinho (Rogério Wippel).
Na estrada Distrito Vila da Conceição (ou Rodovia dos Macacos), deixamos o carro na entrada da rua Germano Vequi e iniciamos o percurso às 06:15h. Temperatura agradável e logo pegamos algumas subidas íngremes que estavam concretadas.


Vista de Balneário Camboriú.


Conforme íamos subindo dava para observar que o pico do morro estava fechado de neblina.
Ao chegarmos no topo, após o último km. por uma trilha mais pesada e um pouco lisa (choveu a noite), por dentro da mata, se confirmou a cerração intensa.
Nesse trecho final, a altimetria subiu uns 230 metros.




Chegamos às 08:05 h., e ficamos aguardando o tempo abrir para tiramos as fotos.




De vez em quando pequenas frestas de sol surgiam, mas logo em seguida fechava novamente.
Em torno de 10:05h. deu para tirar algumas fotos.

Vista de Itapema.


Nessa pedra, de uns 6 a 7 metros, os mais destemidos sobem por uma corda que está fixa numa lateral, até o topo aonde existe uma plataforma para no máximo 2 pessoas.





Às 10:15h. iniciamos a descida.



Às 11:30h. estávamos de volta ao ponto de partida, agradecendo por dar tudo certo. Eu com 69 anos e o Rogério, com 62, é motivo para comemorar um final de ano dessa forma. Lembramos que o início dos anos 70, nós fazíamos caminhadas da Floresta da Tijuca até o Cristo Redentor.

Km. do dia: 8 km. (o gps registrou só a subida; acabou a bateria).
Altimetria máxima: 665m.
Fotos: Heil e Rogério.
Track (roteiro): aqui

P.S.: existe uma trilha que a maioria usa e que é mais curta, partindo da subida do Morro do Encano, no lado de Camboriú (aqui)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Afastamento temporário 03/12/2018

Aos que acompanham as minhas pedaladas/viagens de bike.

Durante 6 meses irei me afastar dos pedais. No final de semana que passou, fiz um cateterismo para tratar um pequeno aneurisma cerebral, com o objetivo de evitar um novo AVC. Foi tudo bem. Como existe o risco de acidente/arranhão e estar tomando anticoagulante (remédio para afinar o sangue), por recomendação médica e para tranquilizar a família, cumprirei essa pausa com calma, ficando apenas com a atividade física do tênis de campo.

Após esse período, farei novo cateterismo e se estiver tudo de acordo, provavelmente serei liberado do anticoagulante e voltarei aos pedais.

domingo, 16 de setembro de 2018

Joinville-Poço Grande-Schroeder-Duas Mamas(Serra do Canivete)-Joinville 16/09/2018

Como estou a bom tempo ausente das postagens no blog, hoje vou relatar um trajeto bem conhecido dos ciclistas de Joinville e que considero bem legal, por não ser tão extenso e demorado.
Depois de uma semana com chuvas na região, a previsão para este domingo era de um dia nublado e com pouca precipitação.
Com um roteiro para voltar em torno de meio-dia, convidei o Roberto Egídio Fontana (com quem já fiz alguns pedais) e o Dal'ri (Carlos Alberto) com quem nunca fiz pedal em estrada de chão. Apenas em asfalto.
Às 06:30 h. rumamos sentido sul, seguindo pela Rua Santa Catarina em sua extensão de chão até o encontro com a BR-101. Para não fugir a regra, antes de atravessar o túnel, parada para registrar.


Após uns 2 km., dobramos à direita para a localidade do Poço Grande. Em função das chuvas, as estradas estavam um pouco esburacadas e, em alguns pontos, com um pouco de lama, mas nada assustador. Enquanto pedalamos o tempo ora chovia um pouco, ora abria com umas frestas de sol.




Antes de chegarmos na BR-280 novamente dobramos à direita e após uns 5 km. parada para fotos numa propriedade particular, que estava com sua porteira aberta e, na qual muitos ciclistas tiram fotos.




Pegando a rua Artur Sardagna e logo a rua Ângelo Zanluca, atravessamos os trilhos de trem e passamos em frente a Capela São Pedro Apóstolo. 


Seguindo pela rua Guilherme Tomelin, saímos na Igreja Luterana dos Imigrantes, na Rodovia do Arroz (SC-108).


Logo a uns 900 metros acessamos para Schroeder , através de Schroeder I. Como no dia de domingo o nosso local preferido de parada não abre (Panificadora Flohr), fomos até o posto Mime para um café/lanche e um breve descanso.



Devidamente reabastecidos, iríamos encarar o trecho mais pesado do dia, a Serra do Canivete ou popularmente conhecida pelos joinvillenses como Duas Mamas.




E na chegada no topo, o gps registrou a altimetria.




E com essa etapa vencida, com a chegada novamente de um pouco de chuva, que logo parou, começamos a descida.  Percorremos parte da Estrada Blumenau, com saída no Bar Canarinho e Rodovia do Arroz.
Chegada em casa às 13:00 h.
Agradeço ao Roberto e ao Dal'ri pela agradável companhia.

Km. do dia: 89.
Altimetria máxima: 338m.
Fotos: Heil, Roberto e Dal'ri.
Track(roteiro): aqui


segunda-feira, 21 de maio de 2018

Poço Grande - Putanga 08/09/2016

Divulgando por aqui também, um pedal que gosto muito de fazer. Feito junto com o grupo que participo, Odois Expedição (odois.org).

http://odois.org/160908






domingo, 22 de abril de 2018

Pedalando em Presidente Getúlio 21/04/2018

Hoje foi o dia de conhecermos a cidade de Presidente Getúlio, que tem o título do Vale das Cachoeiras em Santa Catarina, com mais de 60 cachoeiras. Eu e o Beto (Roberto Alexandre Torrens), fomos participar de um pedal organizado pelo Diego Rafael Avancini, com destino ao Sítio Tabarelli.
Saímos de manhã de Joinville, pois o início do passeio estava programado para às 13:30h. Chegamos cedo e aguardamos o horário.
O Diego é um guia autorizado a entrar nas diversas propriedades particulares, aonde estão localizadas a maioria das cachoeiras da região.
Após algumas instruções e recomendações, partimos para o pedal com um grupo de 21 pessoas, com casais, adolescente e até uma menina de 11 anos acompanhada de seus pais.
Saímos na frente do Hotel Cayorá.


Seguimos pela rua Curt Hering e depois entramos na Estrada Mirador (chão).




Após uns 3,5km. nessa estrada, paramos na primeira atração do passeio, o Salto Grahl, que fica no Rio dos Índios. Antigamente funcionava no local, uma serraria e uma atafona.




Seguimos pelo chão pela margem direita do Rio dos Índios. Trajeto muito bonito, com direito a chupar as primeiras bergamotas da temporada, no pé. Foi o momento de relembrar o arremesso  de  casca de bergamota, praticado no tempo da juventude (veja com é fácil ). Foram saboreadas também algumas amoras silvestres bem doces,  presentes nos barrancos da estrada.
Retornamos após uns 4 km., a Estrada Mirador. Logo a 1 km., dobramos à direita, sentido Ribeirão Jacú.




Novamente saímos na Estrada Mirador com parada no ponto alto do dia. Sítio Tabarelli, aonde visitaríamos as Cachoeiras do Cará e Tabarelli.



Abrindo uma porteira e seguindo o guia Diogo Mohr (também ajudou nesse pedal), seguimos por trilha com a bike, sendo a primeira a ser visitada a Cachoeira do Cará, com 61 metros. Parte da trilha foi feita a pé para chegar no local.





Após, continuando com a bike que nos levou até a base de outra cachoeira por uma trilha muito boa, de uns 1,5 km., chegamos na Cachoeira Tabarelli, com 46 metros de altura. Com um bom volume de água, apesar do tempo seco, a sua beleza é de deixar qualquer um extasiado. Pena que o tempo era curto, que não permitia ficar parado ali por uma meia hora, para apreciar toda essa beleza.





Devido o adiantado da hora (+ que 17h.), a fome chegou. Na casa principal, numa varanda com uma mesa bem grande, desfrutamos de um lanche colonial delicioso, com produtos que lembraram muito o meu tempo de criança e jovem, lá na nossa casa e na dos tios e avós, no interior de Brusque. Pão de milho e rosca de polvilho são algumas dessas delícias. O restante deixo na imaginação de cada um e que vem venham a essa local para saboreá-las.

Chegou o momento do retorno do pedal. Viemos direto pela Estrada Mirador, chegando no ponto de partida às 19:00h. Agradeço ao Beto pela companhia.

Um belo passeio. Vou retornar mais vezes para conhecer outras cachoeiras. O Diego foi muito legal com todos, bem como o Diogo que o acompanhou. Recomendo-o para quem quiser agendar pedais ou viagens de bike para conhecer toda a região.

Vídeo editado pelo Vale das Cachoeiras: veja

Ao grupo que participou, deixo o meu obrigado por estarmos juntos.

Km. do dia: 46
Altimetria máxima: 361m.
Track(roteiro): aqui