domingo, 18 de outubro de 2020

São Bento do Sul-Buger Strasse-Rio Natal-Rio Vermelho 17/10/2020

Dia de subir a serra indo para  para São Bento do Sul. Com a presença do Xuxa, Cunha e sua esposa Ana, às 05:30h. estávamos na estrada para mais um pedal por uma região muito bonita de Santa Catarina para se pedalar e que envolve o Circuito das Araucárias

Com antecedência, avisei ao amigo ciclista Cau de Mello, que mora na cidade e que conhece todos os caminhos, como a sua palma da mão. Ele iria nos acompanhar e mostrar todas as belezas das diversas localidades. Ele faz um trabalho de guia/condutor de cicloturismo, para diversos grupos que vão percorrer o Circuito das Araucárias. Esse Circuito é muito bonito, mas um tanto desafiador em termos de altimetria acumulada.

Às 07:00 h. iniciamos o pedal. Passagem por trechos urbanos.



Logo estávamos no início da Buger Strasse (Estrada do Bugres), aonde estava acontecendo um desafio promovido pela ASBCiclo (Associação São Bentense de Ciclismo).  É um desafio de montanhas, com 4 etapas. Veja aqui . Esse trecho da estrada eu ainda não conhecia.


Da esquerda para a direita: Xuxa, eu, Cunha, Ana e Cau de Mello.


Passagem pelo Recanto Buger Strasse. Ainda fechado devido a pandemia.




Após uns 7 km. chegamos na confluência com a Estrada Saraiva. A Saraiva, descendo lá pelo bairro Serra Alta, eu já tinha feito 3 vezes, mas nunca fiz registro no blog.


Agora enfrentar alguns morrinhos e chegar na igreja de Rio Natal.



E para acalmar a fome e a sede, parada na Lanchonete Sininho, que fica logo abaixo da igreja. Pastel muito bem feito.



E por indicação do Mello, fomos todos conhecer a Estação Ferroviária de Rio Natal, que está totalmente abandonada e só sobram as paredes da construção. Fica a 1 km. da lanchonete.




E chegou o momento de retornarmos. E como estávamos a 360 m. de altitude nesse ponto e deveríamos chegar a uns 900 m. próximo de São Bento, tem que baixar a cabeça e não olhar as subidinhas pela frente. Seguimos pela Estrada Geral de Rio Natal que vai acompanhando boa parte os trilhos do trem.




A uns 9 km., pegamos um desvio à direita por uma área de reflorestamento e fomos sair na localidade Povoado do Rio Vermelho. Uma estrada muito legal e bem conservada. Aí paramos numa casa centenária para nos hidratarmos. Proprietário conhecido do Mello na época do banco.



E como faltavam uns 15 km. para chegarmos no nosso ponto de origem, logo mais a frente o Mello nos indicou a Estrada Banhados III, que segundo ele teria menos subidas (dá para acreditar nesse papo de ciclista?) Se é verdadeiro ou não, não sei precisar. A única coisa que posso afirmar é que a estrada é muito bonita.




E ao chegarmos em São Bento do Sul, fomos agraciados pelo Mello com líquidos para nossa hidratação. Tomados nessa praça.


Às 14:55 h. encerramos nossas atividades.

Dia perfeito. Boa companhia, belas paisagens e bom papo. Agradeço ao Mello por nos acompanhar nessa empreitada e nos mostrar uma série de novidades pelo caminho que ainda não conhecia, apesar de já ter pedalado algumas vezes pela região.
 
Fotos: Xuxa e Heil.

Km. do dia: 63
Altimetria máxima: 910 m.
Altimetria mínima: 342 m.
Track(roteiro): aqui

domingo, 13 de setembro de 2020

Pedra de Amolar e Morro do Garrafão (Jaraguá do Sul-Corupá) 12/09/2020

Na localidade Pedra de Amolar pedalei, de forma solo, em junho de 2016 e considerei um dos locais mais bonitos da nossa região. O que tenho como referência de muito bonita, é a Estrada Saraiva lá em São Bento do Sul, que faz parte do Circuito das Araucárias. 

Como sempre falava para os companheiros de pedal, da Pedra de Amolar, hoje foi o dia de levá-los a esse local e no retorno, passarmos pelo Morro do Garrafão, que ainda não conheço.

Na companhia do Xuxa (Luiz Fernando Lutke) e do Hoppe (Luciano), partimos às 07:10h. do Parque Malwee, aonde deixamos os carros, para essa travessia da primeira perna do trajeto, que vai sair lá na BR-280, em Corupá.

Início do pedal com neblina, que nos acompanhou no nossa vinda de carro.


Início da subida do morro na Pedra de Amolar.

Visão do vale.



Topo da subida e divisa de municípios, a 280 m. de altitude.

 
Uma boa descida, com a estrada bem cuidada e passagem no local que já conheço, por ter almoçado com a esposa, anos atrás. Prainha da Oma, aonde o restaurante serve comida colonial por pessoa, incluindo o famoso strudel e o marreco recheado por um peço justo.Fica as margens do rio Pedra de Amolar e nos fundos tem uma pequena cachoeira. Informações do funcionamento aqui

Mais uns 6 km. estávamos no trevo de Corupá, aonde dobramos à esquerda, sentido rota das cachoeiras.
Como logo em frente iríamos dobrar à esquerda (1 km.), para o Morro do Garrafão, seguimos um pouco em frente e fomos até o Seminário (Sagrado Coração de Jesus) para fazermos o nosso lanche que trouxemos junto. Fechado em função da pandemia. Só abre aos domingos, entre 10:00 e 14:00 h.,para a missa e funcionamento do restaurante. Fizemos o lanche ao lado da portaria.



Renovadas as energias, seguimos para a empreitada maior do dia. Morro do Garrafão.
Aqui começa a subida.




Logo no início da subida, uma cadela que estava na rua, nos acompanhou por boa parte, quase até o topo.




Visão de Corupá.


Após uns 4 km., chegamos ao topo a 482 m. de altitude. Para quem gosta de trekking (hiking) tem uma trilha curta, aonde se chega ao cume, a mais de 600 m. e se tem uma visão ampla de toda a região.

Num intervalo de uns 4,5 km. até sairmos na estrada principal, percorremos um bom trecho de uma estrada que se transformou mais em trilha, aonde só é possível passar com carro 4 X 4. Quem faz em sentido contrário, tem que estar preparado para enfrentar pedras e umidade.


Pela frente agora mais uns 22 km. para chegarmos no ponto de origem.






Fotos do Xuxa:   








Às 12:45h. de volta ao Parque Malwee, com a alegria de ter conhecido um novo caminho e mais um "morrinho" pela região. Agradeço ao Xuxa e ao Hoppe, pela sempre e agradável companhia.

Km. do dia: 66,06
Altimetria máxima: 482 m.
Altimetria mínima: 44 m.
Track(roteiro): aqui