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sábado, 29 de agosto de 2020

Relembrando a Estrada Limeira-Garuva até o topo da Serra e retorno 29/08/2020

Após 11 anos, voltei a pedalar na Estrada Limeira, que era um antigo projeto da BR-101, para interligar Santa Catarina ao Paraná pelo litoral. Quem tiver interesse em ver o relato da viagem antiga, com diversas fotos e vídeo, realizada na companhia do Odois.org, que por sinal, foi bem molhada, é só acessar aqui

Com uma semanada de sol, condição importante para não sofrer como em 2009, o grupo, eu, Xuxa e Arno (Luiz Fernando Lutke e Édson Arno Coradini), se reuniu em Garuva, aonde viemos de carro. O Arno já veio pedalando de Joinville. Partimos às 06:50 h., para esse pedal programado de 3 dígitos e uma boa altimetria acumulada.

A estrada. Nas pequenas elevações em finais de retas, são trechos curtos asfaltados.




No início da manhã foram 2 furos de pneu traseiro  na minha bike num pequeno intervalo. Após uns 25 km., travessia numa ponte pênsil que encurta o trajeto em uns 4 km.



Se encontra em mau estado de conservação. Existe uma placa de prefeitura sinalizando a recuperação.


A próxima parada para lanche foi no Rio Canasvieira, km. 41 do trajeto,  aonde em 2009 tinha um bar e camping, que não mais existe.



Antigo bar.



Após uns 4,5 km. desse ponto, começa efetivamente a serra que se prolonga por 9 km. e atinge a altitude de 398 m. pelo meu Garmin. Boa parte está em reforma e, nesse momento, bastante barro vermelho na pista, sendo o ideal  pedalar por aí por enquanto, após uns 2 ou 3 dias anteriores de sol.


Quando chegamos no topo da serra encontramos algumas vans com carretas de bike e muitos ciclistas. Descemos uns 200 m. mais a frente, lanchamos numa pequena sombra e após, retornamos pelo mesmo caminho.

A Serra da Limeira tem à sua direita (no sentido que fomos, sul-norte), o Parque Nacional de Saint-Hilaire, que é primeira unidade de conservação a ser criada por lei no Brasil. Tem uma área de 25.119 hectares e foi criado em 2001. Envolve os municípios de Guaratuba, Paranaguá, Matinhos e Morretes. No final da descida (lado norte da serra), para quem é praticante de montanhismo, existe uma trilha de uns 7,5 a 8 km., para chegar ao cume da Serra da Prata, com uma altura de 1.500 m. Maiores informações em: https://parnasainthilairelange.wordpress.com/cartilha-caminhante-consciente/ (ver . Lá estão descritos todos os procedimentos/autorização, para fazer a trilha com segurança e respeito a natureza.

Algumas fotos no retorno.




Eucaliptos tortos em Garuva com o forte vendaval no final de junho.


Fotos do Xuxa.







Às 15:50 h. estávamos de volta ao ponto de origem.

Agradeço ao Xuxa e ao Arno pela companhia e por terem ajudado a suportar boa parte das costelas de vacas e muitas pedras (relativamente grandes) pelo caminho. 

Km. do dia: 114
Altimetria máxima: 398 m.
Altimetria mínima: 5 m.
Altimetria acumulada: 1.158 m.
Track(roteiro): aqui


domingo, 21 de dezembro de 2014

Joinville-Garuva (Rio São João) 20/12/2014

Para encerrar as atividades cicloturísticas de 2.014, convidei o companheiro que participou na maioria dos pedais longos (quase sempre aos sábados) realizados durante o ano: o Paulo Rost. Agradeço a sua companhia agradável e fica o registro especial a minha esposa (Margarete) por permitir e me incentivar a continuar nesta atividade prazerosa.
Às 06:55h. estávamos partindo no sentido de Garuva, por estradas já bem conhecidas: Estrada da Ilha, Caminho Curto, Estrada Palmeiras.




Na travessia do rio Três Barras a parada tradicional para descanso e fotos.





Continuando, seguimos pela Estrada Rio Cupim, parte da Estrada Palmital e pegando partes asfaltadas da nova ligação que está sendo construída(obra parada atualmente) entre a BR-101 e a rodovia de Garuva. Este acesso vai permitir a ligação do tráfego pesado para o porto de Itapoá sem passar por dentro de Garuva.
Logo chegamos no asfalto (rodovia Máximo Jabur) e após 6 km. em Garuva, local de parada para um café e breve descanso.


Hoje iríamos fazer o contorno do rio São João da forma inversa do que diversas vezes já realizamos.
Seguiríamos pela margem direita e o retorno pela esquerda. Logo ao passar a ponte, dobramos à esquerda. Neste momento o sol já prenunciava o que teríamos pela frente no nosso retorno.



Na última pinguela, que fica a uns 2,5km. acima do pedágio de Garuva, atravessamos para a outra margem.




Uma parada neste ponto de travessia de veículos entre as duas margens, para um banho nas pernas.


Esta região em torno do rio São João é muito bonita para se conhecer, pelas águas limpas, vegetação e tranquilidade.
Na volta paramos em Garuva para almoçar e nos hidratarmos bem.
Com muito calor após o meio-dia, pegamos a estrada que segue paralela a BR-101 (Avenida Celso Ramos) com uma parada no Posto Rudnick, para baixar a temperatura do corpo.

Chegamos em casa às 14:50h., bem cansados, mas com a alegria de termos encerrado o ano com este belo pedal e agradecendo por termos saúde.

Km. do dia: 107
Altimetria máxima: 82m.
Track; aqui

sábado, 29 de março de 2014

Joinville-Estrada Palmital-Vigorelli 29/03/2014


Sábado, previsão de tempo bom, parti para um passeio solo para a Estrada Palmital, indo no sentido Garuva, e retornando pela balsa na Vigorelli, que fica na foz do Rio Cubatão.
Resolvi postar aqui hoje, após já ter feito este trajeto por diversas vezes, tanto em viagem solo como acompanhado, e alternando o sentido do percurso.
Como gosto de pedalar cedo, às 05:45h.iniciei seguindo pela Estrada da Ilha, dobrando a direita em direção a ponte no Rio Cubatão. A neblina estava bem espessa.



Percorri a Estrada Caminho Curto, Estrada Palmeiras (com um pouco de asfalto) chegando no Rio Três Barras (divisa Joinville-Garuva), local que para mim já se tornou referência para uma pequena parada e algumas fotos.


Logo em frente, peguei a direita pela Estrada do Rio Cupim e após poucos km., a direita novamente, a Estrada Palmital. Aproveitando trechos do leito destas duas estradas, está sendo construído pelo governo estadual, o novo acesso sul de Garuva a BR-101, que deve dar em torno de 9km., desviando o tráfego pesado do centro da cidade.


No bar, que tem ao fundo o Rio Palmital e é um dos pontos dos pescadores com seus barcos saírem, pequena parada para comer o sanduíche de pão de milho e descansar um pouco.
Energias repostas e novamente pedal na estrada. Depois da localidade de Baraharas é que o trajeto fica mais bonito, pela intensidade do verde da vegetação e pelo silêncio, devido a baixa circulação de veículos.




Local de parada obrigatória em todas vezes que passei . Um riozinho de águas límpidas, difícil de se encontrar nos dias atuais.
Banhos nos pés para ativar a circulação e um momento de descanso aproveitando a energia do ambiente.


De agora em diante, o trecho apresenta algumas pequenas subidas. Mas o belo visual da mata e a estrada em ótimas condições ajudam a minimizar o esforço.



Chegada nas Estrada das Frias, seguindo a direita, trecho com asfalto e ciclovia, algumas subidas e chegada no ferry boat da Vigorelli. Cheguei às 09:38h. e tive que aguardar até às 10:30h. para a travessia.


Fotos na travessia.





 Cheguei em casa às 11:30h.

Km. do dia: 85
Altimetria máxima: 55m.
Track: aqui