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segunda-feira, 30 de maio de 2022

Morro do Schmidt-Pomerode 28/05/2022


Dia de enfrentar um dos morros mais comentados por todos os ciclistas. Para encarar esse desafio, um dos participantes é o companheiro que sempre me acompanha nestas empreitadas (ou furadas), o Luiz Fernando Lutke ( o Xuxa).

Às 06:00h., saímos de Joinville sentido Jaraguá do Sul, aonde deixaríamos o carro do Xuxa, no Parque Malwee. Lá encontraríamos o Hilário Frederico Trapp (fizemos Itapoá), o Wilson Cristofolini e o Édino Barreto.  

Quinteto reunido, partimos às 07:15h. para Pomerode, via Rio da Luz.

Uma serrinha até a confluência com a  Rua Carolina (vai a 316m. de altura), para aquecer um pouco o corpo.




Uma boa descida para pegar a Rota Enxaimel e esperar o Maurício Luís Nunes (#mtbdebomabacha) vindo de Blumenau, com quem fiz o Faxinal do Bepe. O ponto de encontro seria a Casa Siewert.




A equipe (da esquerda para direita); Xuxa, Hilário, Édino, Wilson, eu e o Maurício.
Seguimos por 1 km. no sentido sul, dobramos à direita e logo começou a subida do Morro do Schmidt.

Partimos de 107 m. de altura e o meu gps marcou 903 m. lá no topo, numa extensão de quase 8 km.

É bem íngreme, muitas pedras soltas, relativamente grandes para bike e na parte mais alta, valetas. Se perde a tração com facilidade. Foi muito empurra bike para vencer o trajeto do morro.








E finalmente estávamos chegando ao topo.


Se tem um visão privilegiada de 360 graus dos municípios da região, como Pomerode, Rio dos Cedros, Indaial, Timbó, Blumenau e também o Morro Azul, local de saltos de vôos livres.





Após desfrutar de todo esse belo visual, chegou o momento da descida. Todo o cuidado foi essencial para não cair, em função de declive acentuado. Agradeço ao Wilson por ter me acompanhado, já que vim bem mais devagar.
Numa entrada de uma outra rua à direita, quando faltavam uns 3 km. para a descida final, encontramos um motociclista que sugeriu irmos por esse caminho. Morro Trentin é o nome. Bem melhor e sem pedras soltas.

Chegamos todos bem na parte plana.


Após pararmos num supermercado para um lanche/refrigerante, retornamos pelo Morro Strassmann e Rua Erwin Manzke. Chegamos no Parque Malwee às 15:25 h.

Considerei um dos trajetos mais desafiadores que já passei. Nesta altura da minha vida é para ser feito uma única vez e depois apenas ser lembrado.

Agradeço aos companheiros que partilharam dessa experiência.


Fotos: Xuxa, Hilário, Wilson, Heil

Km. do dia: 70,58
Altimetria máxima: 903 m.
Altimetria mínima: 19 m.
Altimetria acumulada: 1.639 m. (pelo Wikiloc)
Track(roteiro): aqui

domingo, 20 de dezembro de 2020

Joinville-Mirante do Vale Jaraguá do Sul-Joinville 19/12/2020

Para encerrar as postagens de 2020, nada melhor do que enfrentar um "morrinho" pela região de Jaraguá do Sul. O escolhido foi o Mirante do Vale, que fica localizado no bairro Rio da Luz, na rua Macuco Pequeno.
O companheiro de pedal foi o Xuxa (Luiz Fernando Lutke), com quem já participei de uma série de pedais.
Como o dia prometia ser de muito calor, saímos às 04:30 h. para tentar escapar um pouco do sol forte. O tempo tentou brincar conosco, enviando alguns pingos de chuva antes do início do pedal e após começarmos, para ver se estávamos firmes na nossa decisão de enfrentar esse trajeto que imaginávamos ser bastante puxado.
Na Rodovia do Arroz fomos brindados por um belo nascer do sol.



Em Jaraguá do Sul, com alguns pingos de chuva novamente e tempo ainda fechado, dobramos à esquerda na frente da unidade fabril da Malwee, seguindo pela rua(com ciclovia) Pastor Albert Schneider, sentido Bairro Rio da Luz.

Igreja fundada em 1935.



Algumas fotos no caminho antes de entrarmos na rua Macuco Pequeno.




Após termos percorrido uns 12 km. no asfalto, chegamos à direita na tifa Macuco Pequeno. Estrada de chão. Tifa vem do alemão tief e significa localidade afastada dos centros maiores.


E a partir daí vai começar a brincadeira boa do pedal.

Carrocinha para carregar trato dos animais.




A subida se torna bem cansativa e envolveu alguns empurra bike, pois ela não tem refresco, isto é, alguns pequenos trechos mais planos. É subida constante.






Pequena cascata no rio que acompanha a estrada: ver

Alguns dados do Gps. Nesse ponto estávamos a 499 m. de altura.

 

Ao chegarmos na entrada que dá acesso ao topo do morro, na casa do proprietário, a altura estava em 524 m. Teríamos que chegar a 735 m. numa distância de 1.400 m. Foi uma empurra bike direto, pois com as últimas chuvas, tinham muitas pedras solta e a diferença altimétrica é bem grande. O importante era mostrar as bikes nas fotos, pois tem muitos que são adeptos de São Tomé.
Enfim, chegamos lá. O tempo estava aberto e deu para registrar esse momento. Lugar muito bonito mesmo.








Batemos um papo com o proprietário Geraldo Tomaselli, que gentilmente nos atendeu quando chegamos na sua propriedade e que subiu de moto até o local, levando um isopor com bebidas. Contou um pouco da história do local, como adquiriu a terra, o que já fez e o que pretende ainda fazer.

Mas precisávamos retornar e o sol já estava bem forte. Na descida todo o cuidado é pouco e quando chegamos na parte plana deu para sentir realmente a temperatura do dia. Na passagem por Jaraguá pegamos um outro caminho e passamos na Casa Rux, aonde servem café colonial nos finais de semana. Foi construída em 1915 e é tombada pelo IPHAN.


No retorno foram muitas paradas para hidratação, passar protetor algumas vezes e também pelo cansaço. Chegamos no meado da tarde em casa.

Um pedal que ficou registrado como um dos mais difíceis que enfrentamos mas também como um dos locais com uma beleza ímpar.

Fotos: Heil e Xuxa.

Km. do dia: 150
Altimetria máxima: 735 m.
Altimetria mínima: -1 m.
Altimetria acumulada: 1.294 m.
Track(roteiro): aqui





sábado, 14 de maio de 2016

Joinville-Jaraguá do Sul-Rio Molha-Guaramirim-Joinville 14/05/2016

Parti cedo (05:45h.) para Jaraguá do Sul, na companhia do Leandro (com que já fiz diversos pedais) e do Fernando que não conhecia. Eles iriam participar de um pedal com pessoal de Jaraguá para a região de Rio dos Cedros.



Seguimos pela Rodovia do Arroz, BR-280 acessando Jaraguá pela Ilha da Figueira. Já fazia tempo que não furava pneu e na chegada em Jaraguá aconteceu. O pessoal deu uma mão e fiquei terminando o serviço. Eles foram ao local de encontro, pois estava dando o horário combinado.
Após um café, segui para o objetivo principal do dia. Subir a serrinha do Rio Molha (uns 5 km.) Já tinha feito duas vezes no sentido Massaranduba-Jaraguá. Boa parte é asfaltado ficando os últimos quilômetros com piso de chão, aonde se concentram as subidas mais íngremes.
Nessa subida existem quinze estações da via sacra, aonde é feita uma romaria na sexta feira santa e que atrai milhares de fiéis da região.




No topo da serra.


Logo na descida uma pequena parada na capelinha, local de nascente limpa de água.




Após peguei as Ruas Ribeirão Gustavo e Ribeirão Wild e em seguida um desvio que foi sair na SC-108.





Atravessei o asfalto, seguindo por estrada de chão costeando o Rio Putanga em parte e, depois por estradas já conhecidas de outros pedais, saindo na Estrada Bananal em Guaramirim e novamente Rodovia do Arroz no retorno.
Um ótimo dia para pedalar, pois o tempo ficou nublado com uma temperatura bem agradável.
Em viagens solo, locais isolados são bons momentos para reflexões.

Km. do dia: 126
Altimetria máxima: 382m.
Altimetria acumulada: 754 m.
Track: aqui